sábado, 9 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
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“Durante a minha vida inteira, foram poucas as pessoas que resolveram
se aproximar – apesar da minha expressão pouco receptiva – e acabaram
descobrindo que o que eu menos tinha era presunção. Eu era apenas uma garota
tímida...”
(Fazendo Meu Filme 4)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Livros, Chás e Bolinhos
Resolvi voltar a escrever resenhas de livros já que os 200 livros (isso mesmo 200) que tenho nas prateleiras e outros lugares espalhados pelo quarto deveriam servir para inspirar não só a mim mas à outras pessoas e qual a forma melhor do que escrever sobre eles e assim, quem sabe, tirar duvidas do próximo livro que servirá de inspiração para alguém além de mim? Pois é, voltei com tudo. A primeira postagem em resenha foi do livro Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Aos leitores que acompanham o Pontos e Vírgulas deixo o link logo a baixo para conferir e seguir a vontade, aguardo sugestões e comentários com trocas de informações que ficarei mais do que feliz em receber!
---> Livros, Chás e Bolinhos
Annabel Laurino
Personagem favorito e as cenas em preto e branco
E se tudo mudasse agora e para sempre? Temos mesmo essa possibilidade, não é mesmo? Esse monstro chamado mudança que vive lá, embaixo da nossa cama e que um dia pode vir nos assombrar, quando a gente menos esperar.
Tudo pode inverter, virar de cabeça para baixo e sei lá, deixar de ser.
Você nunca se imaginou sem aquela pessoa muito importante na sua vida? Você nunca pensou como seria a vida sem ela? Como serão as tardes tediosas, os filmes legais que você irá assistir mas sem aquela companhia acalorada para criticar junto as partes mais legais ou ruins, os planos de fim de semana sem um complemento a mais, uma cama a mais para você poder se deitar e derramar-se tranquilamente. Como serão as felicidades sem poderem serem repartidas? Como serão os gostos das decepções sem poderem ser choradas naquele ombro que não está mais ali, não serão ainda mais amargas?
Tudo pode mudar sem a companhia daquela pessoa que realmente nos acrescenta. E eu penso nisso quase todos os dias. Agora é quase nítido essa mudança, tudo pode embarcar para um até mais que se tornará aos poucos em nunca mais e quando eu olhar para lado tudo não terá passado de 3 meses de verão apontados num calendário velho, numa página bolorenta que marcavam dias que não existirão mais.
Como serão meus passos sem que as minhas mãos tenham naquelas mãos a segurança firme do equilíbrio que eu preciso para permanecer nessa corda bamba? Como sobreviverei por tantas mudanças sem aquele sorriso imenso iluminando tudo, me encorajando a prosseguir?
As vezes, talvez, refletir sobre isso nos faça pensar o quanto importante são algumas pessoas em nossas vidas. O quanto tudo muda de uma hora para outra e as vezes, por eventualidade ou fatalidade, não temos muito o que fazer a não ser assistir ao talento da vida em recomeçar capítulos sem a nossa permissão. As vezes alguns personagens prosseguem no enredo, as vezes eles são substituídos ou simplesmente não aparecem mais.
Eu realmente rezo todos os dias para que essa pessoa nunca saia da minha vida, é um dos meus personagens preferidos e eu não queria ser obrigada a servir de audiência para capítulos terrivelmente tediosos e horríveis após esse personagem sair. Os capítulos seriam em preto e branco e a trilha sonora seria terrivelmente velha e démodé de uma forma que ninguém aturaria ouvir, até que aos poucos nem eu mesma iria suportar assistir os capítulos e ninguém mais, eu desconfio.
Mas e se não tivesse mesmo o que fazer eu teria que suportar de qualquer forma. A gente tem sempre que arranjar uma forma de tirar o coelho da cartola e conseguir sorrir, mesmo que tudo fique cinza e sem grança, acima da trilha sonora péssima e do preto e branco que se tornariam as cenas. Eu acho que sinceramente não suportaria, mas o filme estaria passando e nada realmente iria mudar de fato, apenas que a presença daquele personagem tão ilustre não estaria mais presente. Mas eu ainda o estaria adorando, esperando que ele surgisse nas próximas cenas e capítulos Acontece, a vida as vezes apronta dessas e não há o que possa ser feito. De qualquer forma, ainda seria meu personagem favorito sobre todos.
Tudo que precisamos é pensar que embora tudo mude, embora tudo se altere, é importante preservarmos sentimentos bons por aquilo que realmente fica, aquilo que realmente permanece, aquele alguém que realmente marcou, esteja ainda sobre os nossos olhos ou não, estando futuramente ou não. O que importa realmente é o que permanece. O que realmente não pode ser apagado por nada e nem ninguém. E que te fará lembrar sempre com um sorriso imenso nos lábios e uma saudade forte de apertar o coração.
Tudo pode inverter, virar de cabeça para baixo e sei lá, deixar de ser.
Você nunca se imaginou sem aquela pessoa muito importante na sua vida? Você nunca pensou como seria a vida sem ela? Como serão as tardes tediosas, os filmes legais que você irá assistir mas sem aquela companhia acalorada para criticar junto as partes mais legais ou ruins, os planos de fim de semana sem um complemento a mais, uma cama a mais para você poder se deitar e derramar-se tranquilamente. Como serão as felicidades sem poderem serem repartidas? Como serão os gostos das decepções sem poderem ser choradas naquele ombro que não está mais ali, não serão ainda mais amargas?
Tudo pode mudar sem a companhia daquela pessoa que realmente nos acrescenta. E eu penso nisso quase todos os dias. Agora é quase nítido essa mudança, tudo pode embarcar para um até mais que se tornará aos poucos em nunca mais e quando eu olhar para lado tudo não terá passado de 3 meses de verão apontados num calendário velho, numa página bolorenta que marcavam dias que não existirão mais.
Como serão meus passos sem que as minhas mãos tenham naquelas mãos a segurança firme do equilíbrio que eu preciso para permanecer nessa corda bamba? Como sobreviverei por tantas mudanças sem aquele sorriso imenso iluminando tudo, me encorajando a prosseguir?
As vezes, talvez, refletir sobre isso nos faça pensar o quanto importante são algumas pessoas em nossas vidas. O quanto tudo muda de uma hora para outra e as vezes, por eventualidade ou fatalidade, não temos muito o que fazer a não ser assistir ao talento da vida em recomeçar capítulos sem a nossa permissão. As vezes alguns personagens prosseguem no enredo, as vezes eles são substituídos ou simplesmente não aparecem mais.
Eu realmente rezo todos os dias para que essa pessoa nunca saia da minha vida, é um dos meus personagens preferidos e eu não queria ser obrigada a servir de audiência para capítulos terrivelmente tediosos e horríveis após esse personagem sair. Os capítulos seriam em preto e branco e a trilha sonora seria terrivelmente velha e démodé de uma forma que ninguém aturaria ouvir, até que aos poucos nem eu mesma iria suportar assistir os capítulos e ninguém mais, eu desconfio.
Mas e se não tivesse mesmo o que fazer eu teria que suportar de qualquer forma. A gente tem sempre que arranjar uma forma de tirar o coelho da cartola e conseguir sorrir, mesmo que tudo fique cinza e sem grança, acima da trilha sonora péssima e do preto e branco que se tornariam as cenas. Eu acho que sinceramente não suportaria, mas o filme estaria passando e nada realmente iria mudar de fato, apenas que a presença daquele personagem tão ilustre não estaria mais presente. Mas eu ainda o estaria adorando, esperando que ele surgisse nas próximas cenas e capítulos Acontece, a vida as vezes apronta dessas e não há o que possa ser feito. De qualquer forma, ainda seria meu personagem favorito sobre todos.
Tudo que precisamos é pensar que embora tudo mude, embora tudo se altere, é importante preservarmos sentimentos bons por aquilo que realmente fica, aquilo que realmente permanece, aquele alguém que realmente marcou, esteja ainda sobre os nossos olhos ou não, estando futuramente ou não. O que importa realmente é o que permanece. O que realmente não pode ser apagado por nada e nem ninguém. E que te fará lembrar sempre com um sorriso imenso nos lábios e uma saudade forte de apertar o coração.
Annabel Laurino
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
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Claro, sonhos quebrados sempre doem. Mas talvez seja mais saudável contemplar os cacos e tentar compreender o quebra-cabeças do que comprar uma passagem para a Disneylândia.
Caio Fernando Abreu
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Sentimentalismo, me deixe!
Ta chovendo lá fora. A água para o chá que eu pus para esquentar acabou de ferver. A chuva fustigou na copa das arvores e nos telhados, na rua inteira, quase que na cidade toda. Eu não sei o que sinto porque sinto muito, ao mesmo tempo, tudo quanto é coisa possível E mesmo assim, não quero falar sobre isso. Eu tentei escrever sobre fadas, um mundo distante, uma paixão pelo meu hobby favorito, tentei descrever sensações ao tomar uma deliciosa caneca de café em uma noite como essas e falar sobre filmes que tenho assistido ultimamente. Não funcionou, se você quer saber. Tudo muito jornalistico, descritivo e cientifico. Eu sou muito apegada ao detalhismo sentimental. E ai é que está. Estou fugindo de sentimentos nesse exato instante. Estou correndo de todos eles, o que é uma tentativa inútil já que os tenho presos dentro de mim. Queria escrever sobre tantas coisas, mas menos isso, menos sentimentos. Tudo menos eles. Queria dizer o quanto a vida é linda e a noite está agradável e o quanto eu amo a chuva. Mas são sentimentos novamente. Sempre sentimentos. Será que conseguirei fugir? Será que terei como escapar?
A resposta é nítida. Não me despeço. Afinal, voltarei em breve com mais uma de minhas minucias descritivas e amorosas, encharcadas de detalhes, inundadas de sentimentos.
Confesso que essa vida as vezes, me cansa.
A resposta é nítida. Não me despeço. Afinal, voltarei em breve com mais uma de minhas minucias descritivas e amorosas, encharcadas de detalhes, inundadas de sentimentos.
Confesso que essa vida as vezes, me cansa.
Annabel Laurino
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