sábado, 1 de maio de 2010

Voltando

Olá meus blogueiros lindos. Saudade de postar aqui, saudade de falar sobre meus dias.
Como estão?
Eu estou ótima, na verdade diria que estou melhor impossível.
Sabem, as coisas andam bem, andam tudo nos seus conformes lugares, e posso dizer que só voltaram pro seus lugares após trágicos episódios de bagunça, digamos assim.
Bom minha avó foi pro hospital, fico bem doente e claro isso me afeto e muito, por que eu amo ela, e fiquei muito sem chão quando vi que tava prestes a perde mais uma pessoa que amo. Fiquei sem vontade de escrever e sem vontade de postar, mas tudo passou, as coisas melhoraram, graças a Deus. E eu não desisti, voltei como se pode ver, com os meus textos, com as minhas idéias, e cheia de coisas pra postar, claro com uma forma minha de escrever mas, espero que estejam gostando.
Na escola anda tudo bem, to me matando em estuda, to passando nas provas, tudo tranqüilo. Embora esteja indo bem, á coisas que não estão no lugar, a coisas que faltam a acontecer e que mesmo faltam a estar bem. Mas isso só o tempo pode dizer.
E hoje é sábado, feriado, e nessa cidadezinha pacata quase tudo fechado, mas quem disse que não da pra sair? Ta um sol lindo lá fora, uma tarde linda, e borá toma um banho, coloca um roupinha e sai né! Eu to indo fazer isso, fica em casa em um sábado lindo como este não pode.
E queria em especial neste post para agradecer de todo o meu coração á todos meus amigos que me apóiam no blog. Aos meus amigos que lêem, que comentam, que elogiam, e que me dão idéias. Agradeço muito mesmo, sem a ajuda de vocês eu não estaria até hoje postando.
E continuem lendo, comentem também, exponham suas idéias, e é isso.

  Um beijo! Até mais tarde.

Uma Noite No Paraíso

Foi exatamente a duas noites atrás.
Estava extremamente frio, por volta de duas e pouco da manhã.
Aconcheguei-me em minha confortável e tépida cama, e virei ao lado de sempre e fechei os olhos esperando para que o sono me visitasse e dominasse minha noite. Passou-se um breve tempo então comecei a sentir de que estava estranhamente nostálgica, e assustadoramente feliz ao mesmo tempo.
Foi como se o mundo em meus olhos se abrisse, como se eu tivesse descobrindo algo, como se estivesse começando um filme em uma tela de cinema. Não haveria motivos pra me sentir assim. Lembro-me de ter ido dormir sem pensamentos, ou melhor, sem nada em mente para que me preocupa-se.
Então senti que estava correndo em algum lugar, era tão real que até mesmo posso descrever.
Eu corria em um campo, era vasto e era coberto das mais belas árvores e dos mais diferenciados frutos, eram lindos e brilhantes, coloridos e perspicazes, o sol radiava em minha pele e a luz tornava-se mais cálida a cada instante, e eu corria com meu vestido rosa celeste estranhamente pomposo e sedoso. Podia ver por sobre meu ombro que caia mechas de meus cabelos que agora se tornavam cacheados e presos por fitas creme em seda, e eu corria em uma direção incerta, mas podia sentir que estava sorrindo e às vezes ria alto, posso dizer que durou pouco esses fatos, pois enquanto corria, eu pude perceber que não me encontrava só, aquele campo lindo e celestial, deixou em um segundo de ser o que era, por que no instante em que meus olhos encontraram os dele é como se o céu tivesse sucumbido de onde estava, é como se tudo á minha volta tivesse se perdido ou nunca tivesse existido, como se eu nem lembrasse quem eu era, eu poderia matar por aquele olhar, poderia jurar que sempre em toda minha vida só olhei aquele olhar. Era um brilho intenso que se irradiava em tudo, aqueles olhos, aquele olhar é como se me agarrassem pelos meus pés e não me permitissem me mover. Senti meu coração apertar. Ele sorriu, e quando sorriu foi como se roubasse todos os brilhos das frutas e do sol, é como se estivessem sempre ali, naquele sorriso. Ele vestia uma camisa branca entre aberta no peito, calça e sapatos. Sua camisa deixava transparecer uma parte se sua pele dourada, diria suavemente bronzeada, seus braços fortes e sua altura de longe incomparável com a minha, digamos minha falta de altura. Seu rosto é como se tivesse sido desenhado em uma beleza que jamais pude ver, as maças de seu rosto coradas e maciças, seu cabelo mais parecia como um veludo que transparecia a luz do sol. Eu observei e me perdi enquanto assim corria e olhava pra ele. Era irresistível não olhar, é como ter em mãos o maior tesouro da terra e não poder desfrutá-lo.
Eu parei de correr assim que cheguei a uma fonte, que jorrava água cristalina e me sentei á beiro, então levei a mão á água e molhei meu rosto, ele que me observava tomou lugar ao meu lado e esperou um instante, logo levou a mão por sobre meu queixo como se o segurasse, mas com a maior sutileza possível, e com a outra mão passou-a pelo meu rosto como se secasse as gotas restantes de água, fez isso sorrindo e eu permanecia-me imobilizada, admirando aquele sorriso, aqueles olhos, aquela perfeição jamais vista. Ele então segurou a minha mão, eu queria falar, queria perguntar onde esteve, queria dizer que senti sua falta, mas que sinto ainda a sua presença, queria explicar como me sentia, mas minha boca estava rígida, sabia que se tentasse falar, nada sairia, era demais pra mim, vê-lo assim tão perto, tão real.
Ele não falou nada, apenas pegou as minhas mãos e as segurou, levou-as aos seus lábios que as beijaram. Seus lábios eram cálidos, e macios, de uma cor perspicaz. Depois que as beijou, chegou perto de mim, e beijou-me os lábios. Seus lábios, poderia jurar que estava no céu quando os senti, não há nenhuma outra sensação que já se foi provada que explicaria o fato de beijá-lo. Um beijo doce, quente, e suave. Suas mãos afagaram meu rosto e de leve passavam por ele, senti que precisava respirar, mas não sentia necessidade por completo.
E quando terminou de me beijar, sorriu, sorriu e me abraçou, pude sentir seu cheiro, era uma lembrança incomum de lilás, de amora, de mel, de nuvens, de sol, de calor. Eu me senti inteiramente limpa da cabeça aos pés, não havia uma parte em mim que não se sentisse inteiramente leve e inexplicavelmente feliz. Queria correr mais ainda do que havia corrido, era como se aquele beijo, aquele abraço tivessem despertado em mim uma vontade imensa de viver, como se tivessem acendido uma chama chamada vida dentro de meu peito. Senti-me ainda mais segura, como se nada no mundo pudesse me tirar dali, senti tanta proteção que meu peito doeu.
Ele então esperou para que eu dissesse algo, me olhava sem seu sorriso, mas seus olhos por si sorriam, então olhei fixamente para minhas mãos, aflita por que precisava falar e sabia que se eu olhasse novamente aqueles olhos perderia o fio de meus pensamentos. Então eu disse:
- Desculpa... Eu... Sinto muito... Mas... Eu não sei... .
E parei, não consegui, juro que queria me matar por ser tão burra, mas ele suavemente pegou meu queixo moveu meu rosto na posição de que meus olhos olhassem os seus. E falou:
- Meu bem, não precisa ficar assim, eu sei como tu te sentes, sei por que sinto o que sentes. Tens perguntas há me fazer, eu sei quais são, digo não te deixei, eu estou presente, mais ao seu lado do que nunca. Possuis suas duvidas, entendo, mas digo que não é à hora de respondê-las. Sei que estais com medo de que esta seja a ultima vez que me verás, mas não será. Digo está é a primeira de muitas. - inclinou-se para perto de meu ouvido e sussurrou- Eu prometo, nunca irei lhe deixar, tu és uma parte de mim agora.
Aquele sussurro provocou calafrios em minha espinha e meu coração pulou do meu peito.
Então ele selou as palavras com um beijo no alto de minha cabeça e sorriu enquanto se afastava.
Eu queria perguntar tantas coisas, de onde ele veio, quem ele era, qual seu nome, o que fazia aqui, como assim sempre ao meu lado.
Mas foi tão rápido que de um segundo á outro eu senti que aquele paraíso desbotava-se de suas cores, e ele desaparecia, senti sua mão sumindo de sobre a minha, e eu queria gritar, mas acho que o espanto de meu rosto já explicava, e ele continuou sorrindo mesmo desaparecendo. Lembro-me que disse: - primeira de muitas.
Eu queria gritar e exigir que ficasse, que me explicasse.
Mas um tormento tomou meu peito e então, cai por sobre meu corpo, meus olhos despertaram de súbito, pulei da minha cama e estava em meu quarto, cercada de paredes verdes e quadros emoldurados, pude ver as pestanas da janela jorrando a luz do sol de mais um dia de outono. E pude sentir uma tristeza que invadia minha alma.
Percebi que não passara de mais um sonho. Foi tão rápido, mais uma vez foi-se horas, uma noite inteira sonhando com ele, eu queria voltar a dormir e ver se conseguiria reconciliar meu sonho, mas perdi a esperança quanto a isso, toquei meu rosto e pude vislumbrar que lagrimas caiam de meus olhos, mas logo depois eu vi que ele me prometera, que ele dizia que estava comigo, abracei meu corpo e chorei, lagrimas de felicidade, pois mais uma vez eu havia sonhado com o meu anjo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Peregrinando

Caminho por sobre pedras, finas, graúdas, grandes, pequenas, aglomeradas em estreitos e outras expandidas ao longo. Caminho á baixo de chuvas e de trovões, caminho correndo e às vezes se preciso pulando grandes obstáculos, alguns aterrorizantes aos olhos de quem se vê, outros nem tanto, às vezes até mesmo, insignificantes.
Caminho á baixo de chuvas de granizo, temendo de que me acertem, e quando assim fazem acertam a alma, ao coração, não há como fugir de se ferir, mas a dor torna-se constante.
Caminho por sobre rosas também, rosas de todos os tipos, absolutamente lindas e diferentes, de aromas mais perspicazes, mas rosas com seus espinhos muitas vezes enganam aqueles de mente pura e coração ímpeto.
Por isso tomo cuidado em cada passo que lhe é dado. Ou melhor, comecei a dar.
Muitas vezes escalo ladeiras das mais colossais, às vezes caio e perco as forças, perco as forças de tudo, meus pés já chegaram a suplicar desistência, mas meus ouvidos se fecham quanto a isso.
Então eu luto, digo que luto por que cada dia ao sair de meu leito é como se entrasse em um desconhecido, com duvida do que será de hoje, e não mais com o de amanhã.
Pego todas minhas forças e caminho, muitas vezes sem rumo, com um ponto de interrogação que me faz temer diante de tudo, mas eu sigo, arrisco, caio, levanto, e sigo novamente.
Em vezes acerto o caminho, mas em outras me dou com a cara á porta. Não posso lutar com algo que já não é meu, não possuo a chave de todas as portas de meu mundo, mas creio que enquanto muitas de fecham outras mais se abrem. E por isso eu venço, mesmo não ganhando, por que não desisto, não entrego o que tenho, não até que se seja a hora, mas enquanto isso eu vivo.

O Amor

Eu descobri que quase tudo que já escreveram sobre o Amor é verdade.
Shakespeare disse: encontro de Amor é coisa finda. Ai que idéia fabulosa. Eu nunca vivenciei uma coisa remotamente parecida, embora acredite que Shakespeare possa ter feito isso. Eu acho que eu penso no amor mais do que qualquer um deveria. Fico sempre perplexa com o seu enorme poder de modificar e definir nossas vidas e foi Shakespeare quem disse - O amor é cego. Isso é uma coisa da qual eu tenho certeza. Para alguns de maneira inexplicável o amor começa a murchar, para outros o amor simplesmente se perde, por outro lado, claro, o amor também pode ser encontrado mesmo que apenas por uma noite. E há também outro tipo de amor, o tipo mais cruel, aquele que quase mata suas vítimas, ele se chama - Amor não correspondido, eu sou especialista nele. A maioria das histórias de amor é sobre pessoas que se apaixonam umas pelas outras, mas e o restante de nós? As nossas histórias? Nós que nos apaixonamos sozinhos, somos vítimas de uma relação de mão única, somos a maldição dos apaixonados, somos os não amados, os deficientes sem direito a uma vaga exclusiva.


( O Amor Não Tira Férias)

Pequenos desejos

Assisti ao filme O fabuloso destino de Amelie Poulain, e amei a forma como é feita a descrição de cada personagem, com detalhes tão simples e coisas corriqueiras, revelando uma narrativa criativa e interativa. Usando a idéia do filme, quais são seus pequenos desejos?

                  Meus Pequenos Desejos


sentir o cheiro dos Livros

Arrumar o Cabelo

Fazer compras



entre tantos pequenos desejos construímos um mundo de sensações...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Distante?

É verdade, bem distante. Distante até demais eu diria.
Admito, sou fraca, e cheguei a desistir de escrever, a não postar mais e deixar de lado todas minhas idéias malucas de textos mirabolantes e etc.
Sinto muito, mas realmente pensei nisso, em desistir.
Talvez por que eu não andava muito bem, ou até mesmo por ser humana e ter um leve ímpeto de fraqueza aqui dentro. Talvez eu nem seja fraca apenas me deixei levar.
Mas seja como for cá estou eu, perdida em meus pensamentos, em meu modesto quarto, e digitando em meu computador.
Cá estou eu, novamente, tentando mais uma vez ser quem eu sou.
Digo mais que nunca que isso é umas das tarefas mais difíceis que se possa existir, pegar todas as “admiráveis” criticas alheias e jogá-las ao vento como pequenos papéis de bala e deixar que simplesmente a brisa as leve, esquecê-las e continuar a caminhar, sem mais criticas pelo menos até que alguma pessoa sã se atreva a dizer que você não presta pra nada.
Mas enquanto isso eu pego meus papéis de bala altamente recebidos e os jogo pela janela, ou melhor, os coloco no lixo.
Não me importarei mais com o que pensam de mim, na verdade podem pensar o que quiserem. Achar e falar tudo que tiverem vontade. Por mim tudo bem.
Tomem meu total apoio e juntem-se comigo e vamos bebericar xícaras de chá e falar do quanto sou péssima e desprezível, só marcar.
Mas voltando ao distante. Sim bem distante, diria que nos últimos dias cheguei a duvidar de mim mesma, que eu mesma fosse capaz de passar por tanta coisa, duvidei de mim mais que nunca, e achei até que seria melhor desistir de tudo que um dia sonhei ou acreditei.
Então eu precisei de umas poucas e boas horas, bastante eu diria, e refleti que na verdade eu estaria desistindo de mim, desistido daquilo que sou, daquilo que eu mesma acredito, pois meus sonhos nada mais são tudo aquilo que em mim se traduz. Não posso desistir de tudo que um dia eu planejei, simplesmente eu descobri que sou muito mais forte do que imaginava ser.
Ficar em casa trancada escutando uma musica melosa, me entupindo de chocolate e quebrando o regime, vendo o dia trocar-se pela noite, nada, simplesmente nada, iria mudar as coisas a minha volta. Decidi então enfrentá-las, decidi que isso não ia ficar assim que tudo iria se resolver querendo ou não, mas embora não desse certo eu iria dizer que tentei. Então enfrentei o mais breve possível tudo aquilo que eu precisava enfrentar, decidi fazer as coisas darem certo elas se mostrando possíveis ou não.
Então por mais que meu peito doesse, por mais que no meu intimo a vontade fosse chorar como uma criança mimada e me jogar no chão implorando pra que alguém me acordasse desse pesadelo, eu fui e agi de forma mais forte que me mostrei ser.
Retomei aos meus sonhos, retomei em tudo aquilo que acreditei ser um dia, talvez agora de uma forma melhor, de um jeito melhor, talvez agora não haja mais três pontos na continuação da minha história, talvez haja mais de um milhão, mostrando sempre que eu posso continuar que eu posso prosseguir. Que eu posso sim ser mais do que eu mesma acredito, e assim me mostrei ser, muito mais forte do que eu imaginava.
 Distante? Sempre estou, por que nunca vivo aqui, mas sempre em mundo novo, um lugar só meu, um lugar cheio de tudo que me agrada, um lugar onde loucura e desejo são palavras inexplicáveis e de pouca indefinição, um mundo aonde vou quando quero e saio quando preciso, um mundo meu, um mundo onde minha imaginação é o princípio.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Frio

Sinto tanto frio, que minhas mãos de tão gélidas fazem com o que meu sangue quente pulse lentamente por minhas veias, deixando-me ardente.
Como me sinto fria, fria e só.
Essa sensação deixa com que lágrimas caiam de meus olhos, por um uma fração de segundos escorrem sem cessar.
Além das lagrimas que quentes percorrem as linhas de meu rosto e acabam-se em meus lábios, meu peito dói, dói como se pequenas rachaduras estivessem sendo abertas nele.
Como me sinto só. Poderia acabar-me aqui chorando e lamentando-me que ninguém escutaria, poderia gritar com todas as minhas forças que ninguém me procuraria.
Sei disso por que tenho tentado falar, tenho tentado que me escutassem, mas todos parecem surdos, e pior ainda mudos.
Vejo-me em uma vasta multidão, apertada e cheia de pessoas de todos os tipos, das mais diversas origens, passam por mim, me empurrando, me apertando, e quanto mais eu imploro para que saiam da minha frente para que dêem licença mais elas me apertam como se eu no meio de tantas fosse apenas uma, uma invisível.
O pior disso tudo é que ninguém se importa com isso, engraçado não é? Mas se tudo isso fosse com elas e não comigo? Será que eu seria a idiota surda e elas as que se lamentam da surdez alheia? Ou só sou eu em que me queixo demais e não faço nada pela inversão de fatos?
E se você estivesse prestes a perder mais alguém que ama, se tivesse que aturar mais uma vez a mesma cena se repetindo, nessa terceira vez, terceira!
Você a vê deitada imobilizada, sem forças, e por mais que ela tente mostrar que ta tudo bem, e por mais que todos tentem mostrar que ta tudo bem, você sabe que não está, oras todos sabem, são só burros em querer enganar alguém. Ou até mesmo a si próprios.
Pelo amor de deus, por que isso agora?
Eu não posso fazer nada, se ainda tivesse alguma forma de te tirar daí, eu tomaria sua dor juro que tomaria.
Se eu pudesse eu pegaria a estrela mais linda do céu e a faria brilhar só pra ti.
Oh mais não posso.
Assim como ela está tão longe, assim minha esperança também se mostra ser.
Lagrimas, enxugam-se e parem de cair, não posso nem ao menos chorar, pois dirão que sou louca até mesmo por só me sentir mal e incapaz de fazer alguém que amo curar-se.
Pela ultima vez espero eu que tenha que lembrar que oras eu sou humana!
Da licença, por favor, não sou nenhuma adolescente em crise, mas meus pesadelos me perturbam, tenho medo, me sinto só, e estou com dor.
Obrigada pela atenção. Então, até logo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Feliz Dia da Terra!

 Gente, ta havendo o maior movimento sobre o dia da terra, Hoje, dia 22, as 21h30min da noite, todo o mundo vai apaga as luzes durante um minuto em respeito a terra e a natureza, já pensou que máximo!
 Então to avisando, eu me coloco á fazer isso e com maior gratidão por esse dia, espero que meus caros leitores também o façam afinal um minutinho sem luz não vai mata ninguém.
Esse movimento foi criado pelo canal Nickelodeon, a campanha se chama "Mais Ação, Mais Movimento" está realizando o "Se Liga, e Desliga!". Isso é uma maneira de ajudar o meio-ambiente diminuindo o consumo de energia elétrica. E fazer com que as pessoas se conscientizem em respeitar isso.
Esse movimento é diferente do que foi feito ano passado cujo chama-se A Hora da Terra, a iniciativa começou em Sydney (Austrália): no dia 31 de março de 2007, às 8 da noite, 2,2 milhões de pessoas e 2.100 empresas resolveram chamar a atenção para o aquecimento global apagando suas luzes durante uma hora. Todo o mundo fez, respeitaram e juntara-se com animação á isso.
Eu em minha opinião acho que é muito importante esse movimento criado do “Mais ação, Mais movimento” e seria ótimo se todos ajudassem ao meio ambiente.
Mas claro né, isso é só uma demonstração de importância, ninguém vai muda o mundo, mesmo que seja todas as pessoas da terra apagando as luzes durante 60 segundos. Isso é um movimento e seria muito importante que todos contribuíssem e claro se motivassem a respeitar mais o planeta em que vivem e as dádivas em que são nos proporcionadas.
Então é isso blogueiros, “Se liga e Desliga” !

Quem sou.

Você vive assim, sua vida cercado de pessoas, cercado de um mundo que julga conhecer, em um mundo em que julga saber a mente de cada um em que o cercam, julga saber de tudo e de todos. Mas será que sabe? Sabe quem és?
Talvez eu saiba quem sou, ou pelo menos uma parte do que sou.
Nunca sai daqui, e nunca fui pra muito longe, nunca vi mais que isso tudo que vejo. Mas julgo eu ser o suficiente para me fazer quem sou.
Sei quem sou e não me questiono disso.
Você pode desejar me perguntar quantas vezes, todas elas você irá obter a mesma resposta, sem tirar e nem colocar uma vírgula sequer.
Sei quem sou, por que sei em que acredito, sei o que amo e o que odeio, na verdade não odeio nada apenas tenho pouca afeição àquilo que meus olhos julgam ser insuficientes para se importar, se é que me entendem.
Julgo-me ser um pouco de tudo que vejo.
Posso ser o sol que nasce resplandecendo ao cube dos montes mais altos, e que irradia dentre as nuvens em dias nublados, o sol que queima tua pele, que arde em calor, o sol de inverno e de verão, o sol que ilumina.
Posso ser o mar, a imensidão a fio, em uma linha de um continente, aquele que de uma coisa é se ver por cima mas outra é se ver á baixo, a baixo de sua vastidão, procurar e resguardar tudo aquilo que o tem, seus mistérios mais formosos e obscuros. Posso ser a chuva que junto traz relâmpagos e trovões, posso ser uma noite serena estampada do mais lindo céu das mais belas estrelas. Posso ser a noite fria que te inquieta, e que te faz precisar cada vez mais de um calor para que te sustente. Posso ser o verão, o dia ardente, o luz cálida que te soa a pele, posso ser uma ave lá longe que voa na vastidão de um céu azul na incerteza de um rumo a tomar, posso ser o crepúsculo de uma noite que cai assim minuciosamente por sobre tudo. Posso ser assim como me vês, como me contempla ou como simplesmente passa o relance de seus olhos. Posso ser o que você achar que sou, posso ser um tudo ou um nada, posso ser qualquer coisa que julgas que sou. Mas pouco me importa o que pensas que sou, a sua opinião formada por sobre mim nada mais é do que meras conclusões mal formadas e tiradas de tal, nada do que você diz ser o que sou, sou eu, pois o que sou é muito mais do que pensas, sou eu assim, nada menos que do que conclui.
Na verdade ás vezes nem eu mesma me conheço, meus pensamentos tão insanos e tão incertos me assustam, não sei na verdade por que me assustam, mas talvez minha mente ainda resguarde de mim idéias que na verdade me fascinam, pensamentos loucos que me fazem delirar, sonhos mirabolantes que se é difícil de deslembrar.
Meu coração julga-se ser frágil, medroso de que em qualquer ápice de queda quebre-se em pedaços e não volte mais a viver, coitado, mal sabe ele que sustenta a maior dor e o maior pranto, posso eu já ter chorado tanto que até tenha o feito doer, mais sabe bem que ama, sabe bem que vive e que não morre, não ainda, não até que eu respire, até que não chegue a hora.
A hora! Oh mais como não temo essa hora, devo disser que a morte não me assusta nem um pouco, não tenho medo do que se guarda, e nem tenho medo de pronunciar a morte. Tantas pessoas que á minha volta vivem aterrorizam-se por pensar ou imaginar quando ou como iram morrer, para mim a morte nada mais é do que uma plena aventura ainda resguardada de nós em que aqui vivemos.
E viver, a se vivo, vivo como nunca, vivo mais por que amo viver, amo respirar o ar, amo abrir a janela em um amanhecer e vislumbrar o céu, os pássaros, o sol, e o doce cheiro de amanhecer o cheiro gélido e suave de terra.
Amo! Amo tudo que me rodeia, sem tirar nem colocar, amo mais que tudo a mim mesma, a se amo, amo meus defeitos, amo minhas qualidades embora não notá-las. Mas amo meus defeitos, pois fazem de mim nada mais do que sou.
Sou tudo aquilo que vejo, que amo, que sinto, que respiro, que sonho, que penso, que temo, que luto, tudo aquilo que um dia eu desejei ser.
Sou assim, muito mais do que seus olhos podem ver, e muito mais do que eu mesma possa entender. E muito mais que meras palavras possam traduzir.

Eu sei

Sei mesmo, bem no fundo de meu coração, no ápice de minha alma, sei no contingente de minha mente, em tudo aquilo que se traduz em mim, em cada pedaço do meu eu, da minha alma, da minha mente, do meu coração.
Sei em cada respiração que meus pulmões se afloram, sei em cada piscar de olhos que me são permitidos, em em cada segundo em que minha vida se passa, em cada passo em que caminho, em cada olhar furtivo pro nada, em cada amanha em que acordo, e em cada noite que adormeço.
Sei, em tudo que já vivi.
Por minha própria experiência que me foi dada. Julgam-na pouco, mas pouco me importa com o que as mentes espalhadas por esse mundo afora, pensam sobre mim.
Sei por que já sofri, já rasguei meu coração em vão e o já recompus pra nada. Então simplesmente o deixo sentir o que quiser, se quiser sofrer então que sofra, se quiser ser feliz, pois seja.
 Mas já chorei, já chorei tanto que meu coração doía, chorei por ver não só a minha dor, mas a dor de meus próximos em que amo. Já sorri, mas claro que sorri, sorrio ainda, o tempo inteiro, mas nem sempre é sincero, talvez sorria pra espantar os males que afloram minha alma, mas já fui muito feliz, e jamais provei a infelicidade de perto, apenas á assisto.
Mas mesmo assim eu sei.
Sei por mim, por eu mesma e não por ninguém.
 
Sabe-se que se uma coisa eu aprendi foi que nossos ouvidos devem mesmo se manter fechados á conselhos alheios, sabe por quê?
 Por que se conselhos fossem bom mesmo essas tais que os distribuem pegariam seus próprios e os depositariam em suas próprias vidas.
Então eu sei, sei por que já sofri e já sorri, já abracei e já beijei.
Já tomei banho de chuva, já chorei com a chuva, já sorri no verão e corri campos imensos como uma pequena criança feliz. Já sonhei na primavera, já vivi um pouco de tudo que é meu.
Mas nunca deixei de saber que sei. E nem de ser quem sou.
Sei que amo, eu o amo. O amo mesmo não o tendo aqui. Mesmo nunca ter visto seu rosto á não ser em meus sonhos, mas eu o amo, amo o chão em que você pisa, e o ar que você respira, amo o vento que toca sua face, amo a chuva que cai por sua pele, amo a sua voz, amo seu olhar, amo sua boca, amo tudo aquilo que és e que te rodeia.
Amo mesmo não tendo certeza se existe, mas eu amo, amo mais que a mim mesma.
Amo você por que sou sua, sou sua em todas as línguas existentes na terra. Tu és meu, meu por que és uma parte de mim, és meu por que pertences a mim, sei disso. Não sou nenhuma louca por acreditar em meus sonhos e muito menos de amar quem eu sei que me ama. Mas o amor é assim, insano, só há de saber quem amar mais que a própria vida.
Há noites em que não o vejo, e me dói muito. Uma dor que não consigo entender, uma dor difícil de cessar, uma dor confundida com medo, com aflição.
Mas quando te vejo, parece que durmo segundos pois é tão rápido. Mas peço que sejam horas. Quando te vejo saio de mim, esqueço quem sou, e o que um dia acreditei ser, esqueço de tudo, e a única coisa que peço é de ficar em meus sonhos pra sempre junto á ti.
Mas por que é assim? Por que esses sonhos? Não quero perguntar pra não achar resposta, talvez me decepcione com elas.
Mas quando olho a lua a vejo lá no céu, linda e misteriosa, pergunto-me se realmente você existe e se em algum lugar também vê a contempla como eu.
Mas me calo por ai, minhas perguntas nunca possuem respostas, e tenho até medo delas.
Mas seja como for, da próxima vez em que me vir, e que para isso não tarda, não solte a minha mão, por favor, e se quiser tome meu coração, ele já é todo seu. Da próxima vez em me vir prometa mais uma vez sua promessa em que já tanto me prometeu, mas não tarde em cumpri-la, pois me dói muito não te ver e não te tocar realmente, então você vem, vem assim á me fazer feliz, por eu sei que um dia você virá a cumprir. Um dia será assim, mais que um sonho, mas de verdade.


“Eu tive sonhos de amor e eu te amo. Eu sei que você sente o mesmo, eu sinto seu espírito quando você está perto de mim ou quando você está longe, de alguma forma, em algum lugar eu vou te ver de novo, sonhos eu vou compartilhar quando eu te vir de novo, e eu vou te ver brevemente, eu posso esperar, mas, enquanto isso... eu tenho sonhado.” [Gavin Degraw – Dreams]