Bom dia meus lindos! Que sábado agradável não?
Só passei pra dar um bom dia á vocês, to de extremo bom humor hoje, vai saber por que não é? E como sempre to aqui no quarto, escutando uma musica muiiito alta, e com produtos de limpeza, sim limpeza, estou fazendo um limpa no meu quarto :x
Então como sempre to amandando escuta a musica o mais alto possível e achar que eu sou cantora, muita emoção sabe? AHSUAHSUAHUSHAUSH. A meus lindos, vou ter que ir, queria ficar aqui jogando assunto fora, mas tenho um quarto pra limpar. :/ E espero que estejam gostando dos posts, eu tenho vários pra postar, mas vou colocar somente mais á noite, hoje á tarde tem sessão de filme aqui em casa :9 SHAUSHAUSHAU1’
Então é isso gatinhos, um beijo, até as próximas postagens.
A Rita linda também manda um beijo á todos :*
sábado, 17 de abril de 2010
É, e foi assim...
Foi a cerca de 10 anos atrás, não me lembro certamente como foi e nem como chegou a ser mais tentarei elucidar. Era verão e jazia então muito calor, cinco anos de idade e recém regressando no 1° ano da escola, tudo parecia novo, e realmente um pouco assustador, mas como tudo era novidade, as expectativas eram as melhores possíveis.
A quando se é criança, tudo parece realmente bom, e certamente devo disser que assim ocorreu.
Escola cheia, crianças pra todos os lados e eu só mais uma criança entre tantas, louca de medo de ficar numa escola sem a minha mãe, mas passaram-se uns dias e de então pude enturmar-me e perceber melhor a minha turma que me acolhia, e realmente tudo ficou de repente ótimo.
Ela era assim, baixinha e fofinha, de cabelos pretos, e ria sem parar, devo disser que não mudou nada desses tempos pra cá, mas era como uma criança normal possuía bochechas cor de rosa, e tinha coleções de canetas coloridas que certamente me chamou muita a atenção. Não éramos amigas ainda, e muito menos nos falávamos, diria até que possuíamos certa antipatia, de criança, sei lá.
Então em um recreio comum, em mais um dia comum, em uma escola já habitável resolvemos brincar juntas, decidimos dividir o escorregador e depois pulamos corda, não me lembro em que ordem, mas garanto-lhes que para duas crianças isso era de certo modo bem divertido. Então começamos a sentar juntas nas aulas, a dividir canetas, e fazer trabalhos juntas, tínhamos outros amigos em comum, mas nenhum deles possuía tal vivacidade quanto nós duas juntas. Foi em uma noite, a mais cálida de verão em que minha amiga foi estalar-se em minha casa, foi minha primeira amiga a dormir em minha casa e sua primeira noite á dormir fora se sua casa. Brincamos de boneca até tarde e depois segundas ordens de minha mãe fomos dormir, mas rimos e nos divertimos sem parar.
O tempo assim foi-se passando, ás séries foram progredindo e nós juntas, sempre amigas, passamos por mudanças de casa, por brigas de ponta-pé, de disputas de Barbie e de aniversários lotados de crianças... E em um piscar de olhos, para a infernal adolescência que nos aguardava de prontidão com seus braços cruzados em espera das duas lindas almas que amavam sorrir e brincar de bonecas, para que agora tivessem que conhecer tais outras coisas, das quais totalmente repulsávamos, mas devo lembrar neste momento da história, que foi juntas que passamos por tais fatos.
Lá por volta de nossos 12 anos, onde minha cara amiga tinha um ano á mais que eu, nós ainda brincávamos de bonecas e amávamos passar as tarde de inverno no atelier de pintura de minha avó, e de mexer em guardados no guarda a roupa e brincar com as roupas e papéis velhos.
Ah! Como nos divertíamos nada se passava despercebido, tudo se era motivo de uma boa risada e de um bom divertimento. Mas nem tudo se mantinha em flores, tivemos nossas brigas, nossos estresses, momentos onde queríamos esgoelar uma á outra e depois falar mal com todas as forças possíveis, mas esses momentos nunca duravam, logo em seguida estávamos a nos abraçar e sentar-nos em meu quarto escutando musica e falando agora não mais de bonecas, mas de garotos, e fofocas alheias.
Oh como me lembro de tudo isso, devo disser que sem ela, minha amiga, não amiga mais, pois já não te serve mais chamar-te assim, e sim irmã, não de sangue como todos sabem, mas basta no intimo de meu coração saber que se é de alma.
Como esses 10 anos voaram não é minha cara? Voaram mais rápido do que imaginávamos, mas olhe, olhe quanta coisa ficou-se pra trás, fosses tu que me acolheste em noites de frio e que secastes minhas lágrimas, fostes tu que me dissesses que me amava e que nunca ia me abandonar e hoje ainda cumpres tua promessa, fosses tu que nunca se quer falou mal de mim pelas costas, por que sempre olhou em meus olhos e disseste o que sentias, fostes tu que eu escolhi pra dar lhe a mão e prosseguir enquanto tempo tivermos tudo que se tem em minha vida, foste tu que eu escolhi pra disser que hoje ninguém mais substitui o lugar que possuíste não por estares comigo há 10 anos, os anos que se passaram nada contam poderiam então ser somente 10 meses, mas mesmo assim ainda serias tu ao meu lado, serias tu a me acalmar-lhe e a fazer de uma noite escura uma linda estrela no céu pra mim brilhar.
Sabes, sabes bem que estarei aqui sempre, pode o teu mundo se abalar, pode então todos a tua volta á ti se revoltar, pode tudo no teu intimo não lhe agradar, pode tudo também estar o melhor de todas tuas sortes, o melhor de todos os dias. Não me importa o quão ruim estejam pra ti às coisas, eu estarei ao teu lado mesmo assim, mesmo que eu tenha que viajar o mundo e buscar lá no cube de um monte, o monte mais alto de todos os outros, um motivo que lhe faça sorrir, eu assim faria, sem demorar-me, pois sei que farias o mesmo por mim.
Este que aqui escrevo nada é perto que deverias receber, deverias receber muito mais do que meras palavras que lhe dou, mas sabes que meu amor, o meu amor de irmã o que nunca te deixará, mesmo que estejas errada, mesmo que ninguém esteja ao teu lado, o amor que não irá se acabar de um dia a outro, é esse amor que sinto, que sabes que sinto, pois lhe é todo teu.
Rita minha cara amiga, lhe agradeço de todo coração por estares comigo até hoje sempre acreditando em mim, sempre me apoiando, e fazendo de mim não mais sua amiga, mas sua irmã por que dividiste comigo a tua história e assim o mesmo o fiz, posso eu não possuir o mundo de amigos mais prefiro ter lhe só tu a só os que a mim me rodeiam.
És assim meu anjo, minha amiga, minha irmã. Simplesmente, eu te amo.
A quando se é criança, tudo parece realmente bom, e certamente devo disser que assim ocorreu.
Escola cheia, crianças pra todos os lados e eu só mais uma criança entre tantas, louca de medo de ficar numa escola sem a minha mãe, mas passaram-se uns dias e de então pude enturmar-me e perceber melhor a minha turma que me acolhia, e realmente tudo ficou de repente ótimo.
Ela era assim, baixinha e fofinha, de cabelos pretos, e ria sem parar, devo disser que não mudou nada desses tempos pra cá, mas era como uma criança normal possuía bochechas cor de rosa, e tinha coleções de canetas coloridas que certamente me chamou muita a atenção. Não éramos amigas ainda, e muito menos nos falávamos, diria até que possuíamos certa antipatia, de criança, sei lá.
Então em um recreio comum, em mais um dia comum, em uma escola já habitável resolvemos brincar juntas, decidimos dividir o escorregador e depois pulamos corda, não me lembro em que ordem, mas garanto-lhes que para duas crianças isso era de certo modo bem divertido. Então começamos a sentar juntas nas aulas, a dividir canetas, e fazer trabalhos juntas, tínhamos outros amigos em comum, mas nenhum deles possuía tal vivacidade quanto nós duas juntas. Foi em uma noite, a mais cálida de verão em que minha amiga foi estalar-se em minha casa, foi minha primeira amiga a dormir em minha casa e sua primeira noite á dormir fora se sua casa. Brincamos de boneca até tarde e depois segundas ordens de minha mãe fomos dormir, mas rimos e nos divertimos sem parar.
O tempo assim foi-se passando, ás séries foram progredindo e nós juntas, sempre amigas, passamos por mudanças de casa, por brigas de ponta-pé, de disputas de Barbie e de aniversários lotados de crianças... E em um piscar de olhos, para a infernal adolescência que nos aguardava de prontidão com seus braços cruzados em espera das duas lindas almas que amavam sorrir e brincar de bonecas, para que agora tivessem que conhecer tais outras coisas, das quais totalmente repulsávamos, mas devo lembrar neste momento da história, que foi juntas que passamos por tais fatos.
Lá por volta de nossos 12 anos, onde minha cara amiga tinha um ano á mais que eu, nós ainda brincávamos de bonecas e amávamos passar as tarde de inverno no atelier de pintura de minha avó, e de mexer em guardados no guarda a roupa e brincar com as roupas e papéis velhos.
Ah! Como nos divertíamos nada se passava despercebido, tudo se era motivo de uma boa risada e de um bom divertimento. Mas nem tudo se mantinha em flores, tivemos nossas brigas, nossos estresses, momentos onde queríamos esgoelar uma á outra e depois falar mal com todas as forças possíveis, mas esses momentos nunca duravam, logo em seguida estávamos a nos abraçar e sentar-nos em meu quarto escutando musica e falando agora não mais de bonecas, mas de garotos, e fofocas alheias.
Oh como me lembro de tudo isso, devo disser que sem ela, minha amiga, não amiga mais, pois já não te serve mais chamar-te assim, e sim irmã, não de sangue como todos sabem, mas basta no intimo de meu coração saber que se é de alma.
Como esses 10 anos voaram não é minha cara? Voaram mais rápido do que imaginávamos, mas olhe, olhe quanta coisa ficou-se pra trás, fosses tu que me acolheste em noites de frio e que secastes minhas lágrimas, fostes tu que me dissesses que me amava e que nunca ia me abandonar e hoje ainda cumpres tua promessa, fosses tu que nunca se quer falou mal de mim pelas costas, por que sempre olhou em meus olhos e disseste o que sentias, fostes tu que eu escolhi pra dar lhe a mão e prosseguir enquanto tempo tivermos tudo que se tem em minha vida, foste tu que eu escolhi pra disser que hoje ninguém mais substitui o lugar que possuíste não por estares comigo há 10 anos, os anos que se passaram nada contam poderiam então ser somente 10 meses, mas mesmo assim ainda serias tu ao meu lado, serias tu a me acalmar-lhe e a fazer de uma noite escura uma linda estrela no céu pra mim brilhar.
Sabes, sabes bem que estarei aqui sempre, pode o teu mundo se abalar, pode então todos a tua volta á ti se revoltar, pode tudo no teu intimo não lhe agradar, pode tudo também estar o melhor de todas tuas sortes, o melhor de todos os dias. Não me importa o quão ruim estejam pra ti às coisas, eu estarei ao teu lado mesmo assim, mesmo que eu tenha que viajar o mundo e buscar lá no cube de um monte, o monte mais alto de todos os outros, um motivo que lhe faça sorrir, eu assim faria, sem demorar-me, pois sei que farias o mesmo por mim.
Este que aqui escrevo nada é perto que deverias receber, deverias receber muito mais do que meras palavras que lhe dou, mas sabes que meu amor, o meu amor de irmã o que nunca te deixará, mesmo que estejas errada, mesmo que ninguém esteja ao teu lado, o amor que não irá se acabar de um dia a outro, é esse amor que sinto, que sabes que sinto, pois lhe é todo teu.
Rita minha cara amiga, lhe agradeço de todo coração por estares comigo até hoje sempre acreditando em mim, sempre me apoiando, e fazendo de mim não mais sua amiga, mas sua irmã por que dividiste comigo a tua história e assim o mesmo o fiz, posso eu não possuir o mundo de amigos mais prefiro ter lhe só tu a só os que a mim me rodeiam.
És assim meu anjo, minha amiga, minha irmã. Simplesmente, eu te amo.
Didicado a ninguém menos, que Rita Almeida.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Preciso.
Preciso de um banho! E preciso muito arruma meu cabelo, preciso arruma essa bagunça, dobra essas roupas, preciso mais que tudo organiza meu material, dar banho no cachorro... E olha a hora! Preciso ir trabalhar daqui a 15 minutos! E ainda preciso urgentemente lava a louça, tira o pó, preciso sai, mas me esqueci de liga pra fulana avisa que hoje tem prova... Prova! Meu Deus, preciso estuda! Preciso, preciso... Meu deus eu preciso de tempo!
Como as coisas estão tão urgentes por aqui.
Quando acordo com os meus olhos semicerrados ainda sonhando e nem sabendo se de fato estou acordada, me deparo com a janela de meu quarto que por seus estreitos feixes deixa-se transparecer pequenas faixas de luz, e que já começam a iluminar o lugar, mas quando o exaustivo dia se aproxima de seu fim, quando novamente me encontro em meu quarto, fico visualizando minha grande janela que agora não se há mais feixes de luz apenas uma imensidão escura lá fora da qual simplesmente desconheço.
Digo, nem mesmo me percebo no dia, sinto que ultimamente ando como uma espécie de robô de mim mesma e que eu estou dentro do robô guardada, talvez até adormecida. O que houve por aqui? Alguém pode me disser? Por que eu não estou entendendo mais nada.
Meus pensamentos viajam a lugares distantes dos quais eu vivo, sinto uma pequena falta dentro de mim, sinto que não estou completa, meus dias passam tão rápidos que quando me dou por percebida estou novamente deitada em minha cama, confortada em meus travesseiros pensando que rumo estranho mais um dia se tomou.
Sinto que essa rotina está tomando conta de mim, nem mesmo consigo mais responder minhas perguntas, ou pelo menos tentar explicar a falta de respostas.
Esse pequeno buraquinho que se tem no meu peito não dói, não diria que sinto dor, apenas um incômodo, uma falta de paz. As coisas a minha volta não parecem ter sentido, nada parece ser como deveria ser. Mas por quê?
A minhas perguntas!
Sinto-me culpada por não poder respondê-las, esses dias que parecem mais cenas curtas que tomam conta de mim já não parecem mais como deveriam ser.
Se ao menos eu encontrasse uma saída, uma forma de curar esse incômodo, de acordar e sentir a paz resplandecendo com seus pequenos raios por sobre mim, me enchendo de sua luz.
Se ao menos a escuridão sumisse agora.
Por que esse sentimento me atormenta?
Tudo está em seus lugares, você fora embora, e eu me afastei, as coisas andam de certa forma bem, melhor não poderiam estar. Então por que me sinto assim? Por que me sinto magoada e culpada? Por que sinto esse incômodo de algo faltando, como se eu simplesmente precisasse de alguém, alguém que simplesmente dissesse “eu estou aqui”?
Mas não só por dizer, não só por olhar pra você e sentir aparo do que você sente, mas alguém que pegasse minha mão, que olhasse meus olhos e lá no fundo em seu íntimo soubesse também justamente como me sinto e que então me dissesse que me entende. Não por que achasse que deveria, mas por saber que também desejava escutar e que seria muito bom falar.
Lembra quando se era criança? Eu lembro.
Chegando da escola, toda com fome, ansiosa pra ver televisão e conversar com os avós. Você chega e sua mãe passa a mão em seu cabelo lhe tira as roupas e lhe passa ao banho, você sai e um café gostoso e prontinho lhe espera, cheiro de bolo pronto escaldante de chocolate todo feito com amor e carinho, você come e pode fazer suas tarefas á vontade, ninguém se importa em se sentar a seu lado e lhe ajudar a fazer 2+2, logo que se termina a difícil tarefa, se está livre pra brincar, e em seguida senta-se em seu quarto vislumbrando todos seus brinquedos e pensando quais deles será o primeiro a desfrutar, senta-se ao chão e logo brinca com suas bonecas(os), feliz, afinal não se há nada a se preocupar você é apenas uma criança que mais poderia temer?
Logo vem á noite então se tem que dormir, mas você não vai sozinha pra cama, lhe acompanham pela mão e lhe deitam em seus confortáveis travesseiros, e lhe cobrindo de seus cobertores e acompanhado de uma história sobre coelhos e princesas vem-lhe um beijo sobre sua testa, um beijo de boa noite, de amor, um beijo de mãe.
Não sinto falta de quando se era criança, mas lembro-me com muito amor de quando era. Não precisava pedir atenção e nem exigir que me dessem, pois eu tinha, tinha o tempo inteiro, meus joelhos que quando um tombo levava nunca ficavam sem se curar logo eram especialmente cuidados.
Você poderia até ter medo do bicho papão, mas ter medo dele é mais fácil do que ter medo de um futuro incerto, ter um joelho machucado dói menos que um coração partido, uma briga entre amigas antes se era por bonecas e disputas de brincadeiras agora se é por namorados e coisas fúteis.
Com certeza devemos crescer, mas quem disse que precisamos esquecer-se de tudo que um dia vivemos? Lá no muito distante de meu passado, talvez um dia, nem imaginava de como eu seria, talvez até me perguntasse, mas tal questão se é mais fácil de responder do que dizer o que realmente sinto.
Como as coisas estão tão urgentes por aqui.
Quando acordo com os meus olhos semicerrados ainda sonhando e nem sabendo se de fato estou acordada, me deparo com a janela de meu quarto que por seus estreitos feixes deixa-se transparecer pequenas faixas de luz, e que já começam a iluminar o lugar, mas quando o exaustivo dia se aproxima de seu fim, quando novamente me encontro em meu quarto, fico visualizando minha grande janela que agora não se há mais feixes de luz apenas uma imensidão escura lá fora da qual simplesmente desconheço.
Digo, nem mesmo me percebo no dia, sinto que ultimamente ando como uma espécie de robô de mim mesma e que eu estou dentro do robô guardada, talvez até adormecida. O que houve por aqui? Alguém pode me disser? Por que eu não estou entendendo mais nada.
Meus pensamentos viajam a lugares distantes dos quais eu vivo, sinto uma pequena falta dentro de mim, sinto que não estou completa, meus dias passam tão rápidos que quando me dou por percebida estou novamente deitada em minha cama, confortada em meus travesseiros pensando que rumo estranho mais um dia se tomou.
Sinto que essa rotina está tomando conta de mim, nem mesmo consigo mais responder minhas perguntas, ou pelo menos tentar explicar a falta de respostas.
Esse pequeno buraquinho que se tem no meu peito não dói, não diria que sinto dor, apenas um incômodo, uma falta de paz. As coisas a minha volta não parecem ter sentido, nada parece ser como deveria ser. Mas por quê?
A minhas perguntas!
Sinto-me culpada por não poder respondê-las, esses dias que parecem mais cenas curtas que tomam conta de mim já não parecem mais como deveriam ser.
Se ao menos eu encontrasse uma saída, uma forma de curar esse incômodo, de acordar e sentir a paz resplandecendo com seus pequenos raios por sobre mim, me enchendo de sua luz.
Se ao menos a escuridão sumisse agora.
Por que esse sentimento me atormenta?
Tudo está em seus lugares, você fora embora, e eu me afastei, as coisas andam de certa forma bem, melhor não poderiam estar. Então por que me sinto assim? Por que me sinto magoada e culpada? Por que sinto esse incômodo de algo faltando, como se eu simplesmente precisasse de alguém, alguém que simplesmente dissesse “eu estou aqui”?
Mas não só por dizer, não só por olhar pra você e sentir aparo do que você sente, mas alguém que pegasse minha mão, que olhasse meus olhos e lá no fundo em seu íntimo soubesse também justamente como me sinto e que então me dissesse que me entende. Não por que achasse que deveria, mas por saber que também desejava escutar e que seria muito bom falar.
Lembra quando se era criança? Eu lembro.
Chegando da escola, toda com fome, ansiosa pra ver televisão e conversar com os avós. Você chega e sua mãe passa a mão em seu cabelo lhe tira as roupas e lhe passa ao banho, você sai e um café gostoso e prontinho lhe espera, cheiro de bolo pronto escaldante de chocolate todo feito com amor e carinho, você come e pode fazer suas tarefas á vontade, ninguém se importa em se sentar a seu lado e lhe ajudar a fazer 2+2, logo que se termina a difícil tarefa, se está livre pra brincar, e em seguida senta-se em seu quarto vislumbrando todos seus brinquedos e pensando quais deles será o primeiro a desfrutar, senta-se ao chão e logo brinca com suas bonecas(os), feliz, afinal não se há nada a se preocupar você é apenas uma criança que mais poderia temer?
Logo vem á noite então se tem que dormir, mas você não vai sozinha pra cama, lhe acompanham pela mão e lhe deitam em seus confortáveis travesseiros, e lhe cobrindo de seus cobertores e acompanhado de uma história sobre coelhos e princesas vem-lhe um beijo sobre sua testa, um beijo de boa noite, de amor, um beijo de mãe.
Não sinto falta de quando se era criança, mas lembro-me com muito amor de quando era. Não precisava pedir atenção e nem exigir que me dessem, pois eu tinha, tinha o tempo inteiro, meus joelhos que quando um tombo levava nunca ficavam sem se curar logo eram especialmente cuidados.
Você poderia até ter medo do bicho papão, mas ter medo dele é mais fácil do que ter medo de um futuro incerto, ter um joelho machucado dói menos que um coração partido, uma briga entre amigas antes se era por bonecas e disputas de brincadeiras agora se é por namorados e coisas fúteis.
Com certeza devemos crescer, mas quem disse que precisamos esquecer-se de tudo que um dia vivemos? Lá no muito distante de meu passado, talvez um dia, nem imaginava de como eu seria, talvez até me perguntasse, mas tal questão se é mais fácil de responder do que dizer o que realmente sinto.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Olá queridos leitores, um bom dia á todos! Como se percebe estou em um bom humor, acordei cedo e fui como de rotina á minha nutricionista, e bom tive ótimas noticias, recebi muitos elogios, então quem não ficaria feliz? *-*
Mas não se é por isso que estou assim, apenas acordei com um humor ótimo, pronta há passar o dia em meu ótimo estado de espírito. AHSUAHSUASHAHS, desculpem mas tive que rir de mim agora :x
Bom é isso, desculpem, mas ultimamente ando meio distante em minhas postagens, as coisas andam, digamos, diferentes pra mim no momento, e de certa forma está difícil de me adaptar com tais, mas vamos levando, não é mesmo? Mas em breve vou postar muitas coisas boas (assim espero) só ando um pouco ausente de mim mesma eu diria se é que me entendem.
Então é isso, um beijo enorme á todos. :*
Mas não se é por isso que estou assim, apenas acordei com um humor ótimo, pronta há passar o dia em meu ótimo estado de espírito. AHSUAHSUASHAHS, desculpem mas tive que rir de mim agora :x
Bom é isso, desculpem, mas ultimamente ando meio distante em minhas postagens, as coisas andam, digamos, diferentes pra mim no momento, e de certa forma está difícil de me adaptar com tais, mas vamos levando, não é mesmo? Mas em breve vou postar muitas coisas boas (assim espero) só ando um pouco ausente de mim mesma eu diria se é que me entendem.
Então é isso, um beijo enorme á todos. :*
domingo, 11 de abril de 2010
Lamento...
Já não posso mais tomar sua dor como minha dor.
Já agora não depende mais de mim, e é assim, lamentável de se ver.
Você parte agora, indo embora, depois de todas as coisas que pude lhe dizer. Mas fazer o que?
Você quis assim, você pôde escolher.
E se torna difícil agora, não posso mais dizer “não vá embora”, se é só o tempo que lhe pode trazer de volta,
mas e se não quero?
Estas feridas aqui, nem mais minhas vestes conseguem de lhes encobrir, já não sei como poderei então curá-las. Será que curam? Será que cicatrizam?
Elas ainda sangram.
Sangram por que recém foi que lhe vi partir, lhe vi assim, não crendo como, nem que tamanha coragem eu pude ver.
Não crendo eu nem como isso chegou a acontecer.
Mas fazer o que? Não se há mais nada a disser.
Minhas palavras foram embora, sumiram do contingente de meus lábios, minha pronuncia se fora junto com o alivio de ter você.
E foi assim, sem perceber.
Não há mais nada a se fazer, fiz o que podia, pedi em minhas preces, e mesmo assim você se fora.
Mas que então vá, só lamento, vá de então, e que seja feliz de todo o meu coração, busque seu amor, que já não será mais meu, e sim seu.
E será assim, lamentável.
Já agora não depende mais de mim, e é assim, lamentável de se ver.
Você parte agora, indo embora, depois de todas as coisas que pude lhe dizer. Mas fazer o que?
Você quis assim, você pôde escolher.
E se torna difícil agora, não posso mais dizer “não vá embora”, se é só o tempo que lhe pode trazer de volta,
mas e se não quero?
Estas feridas aqui, nem mais minhas vestes conseguem de lhes encobrir, já não sei como poderei então curá-las. Será que curam? Será que cicatrizam?
Elas ainda sangram.
Sangram por que recém foi que lhe vi partir, lhe vi assim, não crendo como, nem que tamanha coragem eu pude ver.
Não crendo eu nem como isso chegou a acontecer.
Mas fazer o que? Não se há mais nada a disser.
Minhas palavras foram embora, sumiram do contingente de meus lábios, minha pronuncia se fora junto com o alivio de ter você.
E foi assim, sem perceber.
Não há mais nada a se fazer, fiz o que podia, pedi em minhas preces, e mesmo assim você se fora.
Mas que então vá, só lamento, vá de então, e que seja feliz de todo o meu coração, busque seu amor, que já não será mais meu, e sim seu.
E será assim, lamentável.
Oi lindos.
Como vão? Espero que bem.
Bom, eu ando bem, minha semana foi bem estranha, mas foi boa.
Novidades? Milagrosamente, sim! Mas nada que se possa ser postado aqui, talvez minuciosamente em meus textos *-*
Hoje aproveitei bem o meu sábado, sai com a minha Rita linda, e foi ótimo *-*
Bom amanhã é domingo e sabe, tenho planos.
Pois é as coisas vão bem ultimamente, claro tem certas coisas que nem sempre andam bem, mas agente vai levando, nada como o tempo pra se resolver.
Então é isso gatinhos, um beijão enorme, aguardem os textos que eu vou postando.
Um beijo em especial pra minhas amigas Rita, Nicole e Amanda, a elas sempre me aturam mesmo nos meus dias em que nem eu mesma me aturo. Eu amo vocês (L)
Um beijo á todos, obrigada pela força e elogios sobre o blog (:
Como vão? Espero que bem.
Bom, eu ando bem, minha semana foi bem estranha, mas foi boa.
Novidades? Milagrosamente, sim! Mas nada que se possa ser postado aqui, talvez minuciosamente em meus textos *-*
Hoje aproveitei bem o meu sábado, sai com a minha Rita linda, e foi ótimo *-*
Bom amanhã é domingo e sabe, tenho planos.
Pois é as coisas vão bem ultimamente, claro tem certas coisas que nem sempre andam bem, mas agente vai levando, nada como o tempo pra se resolver.
Então é isso gatinhos, um beijão enorme, aguardem os textos que eu vou postando.
Um beijo em especial pra minhas amigas Rita, Nicole e Amanda, a elas sempre me aturam mesmo nos meus dias em que nem eu mesma me aturo. Eu amo vocês (L)
Um beijo á todos, obrigada pela força e elogios sobre o blog (:
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Olá?
Oi, alguém ai?
Ah! Ei! Acenda a luz, por favor?
É claro lá fora? Jura? Nem mesmo havia percebido. Talvez seja pelo fato de que aqui não se tenha janelas que de então possa transparecer a luz do dia.
Está quente não está? Sinto-me tão sufocada, sem ar.
O que aconteceu? Onde então foram parar? Onde estão todos? Não estavam aqui?
Poderia jurar de que um minuto atrás alguém estava aqui comigo.
Vejo ao redor, está tudo tão difícil de enxergar, como se houvesse um grande nevoeiro a minha volta, sinto-me vigiada, a cada segundo, como se cada passo que se fosse dado seria altamente calculado, observado e então cuidadosamente avaliado, por aqueles que me observam furtivamente, olhos atentos e precisos.
O que lhes fiz então para que me vigiassem assim?
Sinto como se meu coração a cada segundo fosse fundir em meu peito, já nem sinto mais suas batidas cada vez mais fortes, já me acostumei com elas, sinto-me sucumbir de aqui onde estou, simplesmente não agüento mais.
São tantas duvidas e tanta pressão.
Ei, eu sou humana, também erro. Você não?
Sei que meus erros foram desnecessários, diria até idiotas, mas o que posso fazer?
Diga-me então, invés de julgar-me com seus olhos e retorquir em suas palavras.
Se o tempo aqui não passasse tão lentamente seria mais fácil de suportar.
Tentar fugir é pura tolice, então devo correr, corro não pra fugir, mas aqui é tudo tão lento tão em câmera lenta, que se eu correr será bem melhor do que caminhar estou com pressa, pressa de sair deste lugar.
Em algum lugar devo chegar, não importa onde, eu enfrento o que for.
Esses machucados aqui? Oras sangram por que ainda não houveram tempo de se curar.
Por que você me olha assim? Você nunca se quer errou? Nunca fez nada de que se arrepende? Nunca quis fugir pra longe? Nunca quis mudar o que se havia passado? Te deram uma chance? Eu também quero a minha. Então você me da?
Sei nada é fácil assim, as coisas não são tão simples. Infelizmente.
Não se pode colocar os erros, e acontecimentos alheios da vida no seu devido lugar em um piscar de olhos, e nem mesmo como se ajeita os fios de cabelos desarrumados você simplesmente decide seus devidos lugares e os arruma de um lado á outro e pronto, não se pode simplesmente empurrar a sujeira á baixo de um tapete e sorrir como um criança feliz de que sabe que o que se faz está errado, mas ficará assim.
Oras, eu tenho que enfrentá-los. Malditos erros idiotas! Por que os cometo se sei que são errados?
Sei lá, isso eu ainda não descobri.
Mas olhe-me, por favor, não pra mim, para meus olhos, olhe e veja, veja bem o que se vê lhe traduz, pense antes de responder, não fale nada até que se tenha a óbvia certeza.
Digo, preciso de você, preciso só mais uma vez, pegue a minha mão, segure-a fortemente, prometa que não a soltará por nenhuma circunstância, diga-me baixinho o sempre me disse, mesmo quando não dizia á você.
Venha por favor, me tire daqui, tire-me dessa confusão, preciso escutar os pássaros, olhar as rosas, quero ver o meu céu, observar a cor se seus olhos na luz de um lindo sol, quero sentir minhas doces borboletas voltarem, quero enfim sentir minha paz, oh minha doce paz, nem mesmo consigo descrevê-la
Então vamos meu jovem? Mostre-me o caminho, que nos levará até saída. Anseio a cada segundo sair deste lugar. Não me abandone, não agora, não antes de escutar o que preciso lhe dizer, mas se depois você quiser ir, então vá, és e sempre foi livre pra poder voar.
Se o que lhe digo não lhe agrada, se o que tenho não te satisfaz, então procure, mesmo que bem longe daqui, mesmo que eu sofra, mesmo que me doa profundamente te ver partir, peço vá, vá se não és feliz, procure um motivo que lhe faça sorrir, como um dia me fizestes então.
Ah! Ei! Acenda a luz, por favor?
É claro lá fora? Jura? Nem mesmo havia percebido. Talvez seja pelo fato de que aqui não se tenha janelas que de então possa transparecer a luz do dia.
Está quente não está? Sinto-me tão sufocada, sem ar.
O que aconteceu? Onde então foram parar? Onde estão todos? Não estavam aqui?
Poderia jurar de que um minuto atrás alguém estava aqui comigo.
Vejo ao redor, está tudo tão difícil de enxergar, como se houvesse um grande nevoeiro a minha volta, sinto-me vigiada, a cada segundo, como se cada passo que se fosse dado seria altamente calculado, observado e então cuidadosamente avaliado, por aqueles que me observam furtivamente, olhos atentos e precisos.
O que lhes fiz então para que me vigiassem assim?
Sinto como se meu coração a cada segundo fosse fundir em meu peito, já nem sinto mais suas batidas cada vez mais fortes, já me acostumei com elas, sinto-me sucumbir de aqui onde estou, simplesmente não agüento mais.
São tantas duvidas e tanta pressão.
Ei, eu sou humana, também erro. Você não?
Sei que meus erros foram desnecessários, diria até idiotas, mas o que posso fazer?
Diga-me então, invés de julgar-me com seus olhos e retorquir em suas palavras.
Se o tempo aqui não passasse tão lentamente seria mais fácil de suportar.
Tentar fugir é pura tolice, então devo correr, corro não pra fugir, mas aqui é tudo tão lento tão em câmera lenta, que se eu correr será bem melhor do que caminhar estou com pressa, pressa de sair deste lugar.
Em algum lugar devo chegar, não importa onde, eu enfrento o que for.
Esses machucados aqui? Oras sangram por que ainda não houveram tempo de se curar.
Por que você me olha assim? Você nunca se quer errou? Nunca fez nada de que se arrepende? Nunca quis fugir pra longe? Nunca quis mudar o que se havia passado? Te deram uma chance? Eu também quero a minha. Então você me da?
Sei nada é fácil assim, as coisas não são tão simples. Infelizmente.
Não se pode colocar os erros, e acontecimentos alheios da vida no seu devido lugar em um piscar de olhos, e nem mesmo como se ajeita os fios de cabelos desarrumados você simplesmente decide seus devidos lugares e os arruma de um lado á outro e pronto, não se pode simplesmente empurrar a sujeira á baixo de um tapete e sorrir como um criança feliz de que sabe que o que se faz está errado, mas ficará assim.
Oras, eu tenho que enfrentá-los. Malditos erros idiotas! Por que os cometo se sei que são errados?
Sei lá, isso eu ainda não descobri.
Mas olhe-me, por favor, não pra mim, para meus olhos, olhe e veja, veja bem o que se vê lhe traduz, pense antes de responder, não fale nada até que se tenha a óbvia certeza.
Digo, preciso de você, preciso só mais uma vez, pegue a minha mão, segure-a fortemente, prometa que não a soltará por nenhuma circunstância, diga-me baixinho o sempre me disse, mesmo quando não dizia á você.
Venha por favor, me tire daqui, tire-me dessa confusão, preciso escutar os pássaros, olhar as rosas, quero ver o meu céu, observar a cor se seus olhos na luz de um lindo sol, quero sentir minhas doces borboletas voltarem, quero enfim sentir minha paz, oh minha doce paz, nem mesmo consigo descrevê-la
Então vamos meu jovem? Mostre-me o caminho, que nos levará até saída. Anseio a cada segundo sair deste lugar. Não me abandone, não agora, não antes de escutar o que preciso lhe dizer, mas se depois você quiser ir, então vá, és e sempre foi livre pra poder voar.
Se o que lhe digo não lhe agrada, se o que tenho não te satisfaz, então procure, mesmo que bem longe daqui, mesmo que eu sofra, mesmo que me doa profundamente te ver partir, peço vá, vá se não és feliz, procure um motivo que lhe faça sorrir, como um dia me fizestes então.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Olá! *-* Feliz Páscoa, atrasada né, mas de coração *-*
Não sei o que houve mas o site do blog ta dês de cedo trancando então hoje não consegui fala nada :s
Espero que estejam gostando dos posts :D
Amanhã já é segunda, e a rotina volta novamente, espero que seja nesta semana uma rotina agradavel pelo menos.
Meu feriadão foi ótimo, meu domingo de páscoa melhor ainda *-*
Bom, é isso queridos, durante a semana eu vou postando coisas novas, por hoje é isso.
Beijos e um bom começo de semana :*
Não sei o que houve mas o site do blog ta dês de cedo trancando então hoje não consegui fala nada :s
Espero que estejam gostando dos posts :D
Amanhã já é segunda, e a rotina volta novamente, espero que seja nesta semana uma rotina agradavel pelo menos.
Meu feriadão foi ótimo, meu domingo de páscoa melhor ainda *-*
Bom, é isso queridos, durante a semana eu vou postando coisas novas, por hoje é isso.
Beijos e um bom começo de semana :*
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Chuva
Como um véu, vem assim, caindo minuciosamente por sobre tudo, caindo sobre a face da terra. Suas gotas que tanto são de pequenas a grandes trazem o barulho enquanto caem sobre a superfície.
Pra mim seu barulho que, no entanto lembra-me música, uma linda melodia do seu estável som.
Enquanto esse anoitecer se cobre por sobre o céu, o silêncio presente nesse quarto a cada vez se espalha e lá fora a chuva. Minha vontade de sair e provar o gosto desta logo vem de me dominar com uma grande ansiedade, logo não deixo que se passe por uma simples vontade e de imediato a faço.
Deixo que com suas gotas caiam por sobre meu corpo, escorregando gentilmente por sobre minha pele trazendo a doce sensação de algo novo que a toca, o seu toque gelado e escorregadio se cobre por minha pele e em poucos segundos me encharca de uma só chuva.
Seu barulho me acalma, mesmo quando trazido junto á relâmpagos e trovões. Não tenho nada a que temer, apenas é a minha linda chuva.
Oh minha doce chuva, não poderia ter vindo em melhor hora.
Observo-te atentamente, te vejo cair por sobre minha janela e suas gotas logo são levadas á longe por fortes ventos que vem de sudeste.
Chuva, caia sobre mim, cai aqui onde de então me encontro, sua simplicidade é o que há de mais puro, traz de então sua linda e simples sensação que por uma só vez me deixa calma e enfim serena. Chuva caia aqui, aqui sobre mim, lava e leva embora tudo aquilo de que já não preciso mais.
Toca no alto de minha cabeça escorregue por minha face, inunda cada fio de meus cabelos, deixe suas gotas geladas me encherem de sua pureza.
Doce chuva tão simples aos olhos que se passam despercebidos, tão linda, tão simples.
Realmente já não sei por que adoro tanto vê-la cair por sobre aqui.
Observo atentamente á noite escura lá fora, para alguns o medo do trovão, da noite, mas pra mim a beleza, a magnitude de poder desfrutar de mais uma dádiva natural, de ter algo vindo do céu, do qual contemplo todos dias, meu lindo céu, meu azul anil.
Hoje pode até não ter estrelas das quais me fazem sonhar, mas tenho você minha doce chuva que por sua vez me faz aqui estar, á te observar, te resplandecer em mim.
Pra mim seu barulho que, no entanto lembra-me música, uma linda melodia do seu estável som.
Enquanto esse anoitecer se cobre por sobre o céu, o silêncio presente nesse quarto a cada vez se espalha e lá fora a chuva. Minha vontade de sair e provar o gosto desta logo vem de me dominar com uma grande ansiedade, logo não deixo que se passe por uma simples vontade e de imediato a faço.
Deixo que com suas gotas caiam por sobre meu corpo, escorregando gentilmente por sobre minha pele trazendo a doce sensação de algo novo que a toca, o seu toque gelado e escorregadio se cobre por minha pele e em poucos segundos me encharca de uma só chuva.
Seu barulho me acalma, mesmo quando trazido junto á relâmpagos e trovões. Não tenho nada a que temer, apenas é a minha linda chuva.
Oh minha doce chuva, não poderia ter vindo em melhor hora.
Observo-te atentamente, te vejo cair por sobre minha janela e suas gotas logo são levadas á longe por fortes ventos que vem de sudeste.
Chuva, caia sobre mim, cai aqui onde de então me encontro, sua simplicidade é o que há de mais puro, traz de então sua linda e simples sensação que por uma só vez me deixa calma e enfim serena. Chuva caia aqui, aqui sobre mim, lava e leva embora tudo aquilo de que já não preciso mais.
Toca no alto de minha cabeça escorregue por minha face, inunda cada fio de meus cabelos, deixe suas gotas geladas me encherem de sua pureza.
Doce chuva tão simples aos olhos que se passam despercebidos, tão linda, tão simples.
Realmente já não sei por que adoro tanto vê-la cair por sobre aqui.
Observo atentamente á noite escura lá fora, para alguns o medo do trovão, da noite, mas pra mim a beleza, a magnitude de poder desfrutar de mais uma dádiva natural, de ter algo vindo do céu, do qual contemplo todos dias, meu lindo céu, meu azul anil.
Hoje pode até não ter estrelas das quais me fazem sonhar, mas tenho você minha doce chuva que por sua vez me faz aqui estar, á te observar, te resplandecer em mim.
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