Olá queridos leitores, um bom dia á todos! Como se percebe estou em um bom humor, acordei cedo e fui como de rotina á minha nutricionista, e bom tive ótimas noticias, recebi muitos elogios, então quem não ficaria feliz? *-*
Mas não se é por isso que estou assim, apenas acordei com um humor ótimo, pronta há passar o dia em meu ótimo estado de espírito. AHSUAHSUASHAHS, desculpem mas tive que rir de mim agora :x
Bom é isso, desculpem, mas ultimamente ando meio distante em minhas postagens, as coisas andam, digamos, diferentes pra mim no momento, e de certa forma está difícil de me adaptar com tais, mas vamos levando, não é mesmo? Mas em breve vou postar muitas coisas boas (assim espero) só ando um pouco ausente de mim mesma eu diria se é que me entendem.
Então é isso, um beijo enorme á todos. :*
terça-feira, 13 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Lamento...
Já não posso mais tomar sua dor como minha dor.
Já agora não depende mais de mim, e é assim, lamentável de se ver.
Você parte agora, indo embora, depois de todas as coisas que pude lhe dizer. Mas fazer o que?
Você quis assim, você pôde escolher.
E se torna difícil agora, não posso mais dizer “não vá embora”, se é só o tempo que lhe pode trazer de volta,
mas e se não quero?
Estas feridas aqui, nem mais minhas vestes conseguem de lhes encobrir, já não sei como poderei então curá-las. Será que curam? Será que cicatrizam?
Elas ainda sangram.
Sangram por que recém foi que lhe vi partir, lhe vi assim, não crendo como, nem que tamanha coragem eu pude ver.
Não crendo eu nem como isso chegou a acontecer.
Mas fazer o que? Não se há mais nada a disser.
Minhas palavras foram embora, sumiram do contingente de meus lábios, minha pronuncia se fora junto com o alivio de ter você.
E foi assim, sem perceber.
Não há mais nada a se fazer, fiz o que podia, pedi em minhas preces, e mesmo assim você se fora.
Mas que então vá, só lamento, vá de então, e que seja feliz de todo o meu coração, busque seu amor, que já não será mais meu, e sim seu.
E será assim, lamentável.
Já agora não depende mais de mim, e é assim, lamentável de se ver.
Você parte agora, indo embora, depois de todas as coisas que pude lhe dizer. Mas fazer o que?
Você quis assim, você pôde escolher.
E se torna difícil agora, não posso mais dizer “não vá embora”, se é só o tempo que lhe pode trazer de volta,
mas e se não quero?
Estas feridas aqui, nem mais minhas vestes conseguem de lhes encobrir, já não sei como poderei então curá-las. Será que curam? Será que cicatrizam?
Elas ainda sangram.
Sangram por que recém foi que lhe vi partir, lhe vi assim, não crendo como, nem que tamanha coragem eu pude ver.
Não crendo eu nem como isso chegou a acontecer.
Mas fazer o que? Não se há mais nada a disser.
Minhas palavras foram embora, sumiram do contingente de meus lábios, minha pronuncia se fora junto com o alivio de ter você.
E foi assim, sem perceber.
Não há mais nada a se fazer, fiz o que podia, pedi em minhas preces, e mesmo assim você se fora.
Mas que então vá, só lamento, vá de então, e que seja feliz de todo o meu coração, busque seu amor, que já não será mais meu, e sim seu.
E será assim, lamentável.
Oi lindos.
Como vão? Espero que bem.
Bom, eu ando bem, minha semana foi bem estranha, mas foi boa.
Novidades? Milagrosamente, sim! Mas nada que se possa ser postado aqui, talvez minuciosamente em meus textos *-*
Hoje aproveitei bem o meu sábado, sai com a minha Rita linda, e foi ótimo *-*
Bom amanhã é domingo e sabe, tenho planos.
Pois é as coisas vão bem ultimamente, claro tem certas coisas que nem sempre andam bem, mas agente vai levando, nada como o tempo pra se resolver.
Então é isso gatinhos, um beijão enorme, aguardem os textos que eu vou postando.
Um beijo em especial pra minhas amigas Rita, Nicole e Amanda, a elas sempre me aturam mesmo nos meus dias em que nem eu mesma me aturo. Eu amo vocês (L)
Um beijo á todos, obrigada pela força e elogios sobre o blog (:
Como vão? Espero que bem.
Bom, eu ando bem, minha semana foi bem estranha, mas foi boa.
Novidades? Milagrosamente, sim! Mas nada que se possa ser postado aqui, talvez minuciosamente em meus textos *-*
Hoje aproveitei bem o meu sábado, sai com a minha Rita linda, e foi ótimo *-*
Bom amanhã é domingo e sabe, tenho planos.
Pois é as coisas vão bem ultimamente, claro tem certas coisas que nem sempre andam bem, mas agente vai levando, nada como o tempo pra se resolver.
Então é isso gatinhos, um beijão enorme, aguardem os textos que eu vou postando.
Um beijo em especial pra minhas amigas Rita, Nicole e Amanda, a elas sempre me aturam mesmo nos meus dias em que nem eu mesma me aturo. Eu amo vocês (L)
Um beijo á todos, obrigada pela força e elogios sobre o blog (:
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Olá?
Oi, alguém ai?
Ah! Ei! Acenda a luz, por favor?
É claro lá fora? Jura? Nem mesmo havia percebido. Talvez seja pelo fato de que aqui não se tenha janelas que de então possa transparecer a luz do dia.
Está quente não está? Sinto-me tão sufocada, sem ar.
O que aconteceu? Onde então foram parar? Onde estão todos? Não estavam aqui?
Poderia jurar de que um minuto atrás alguém estava aqui comigo.
Vejo ao redor, está tudo tão difícil de enxergar, como se houvesse um grande nevoeiro a minha volta, sinto-me vigiada, a cada segundo, como se cada passo que se fosse dado seria altamente calculado, observado e então cuidadosamente avaliado, por aqueles que me observam furtivamente, olhos atentos e precisos.
O que lhes fiz então para que me vigiassem assim?
Sinto como se meu coração a cada segundo fosse fundir em meu peito, já nem sinto mais suas batidas cada vez mais fortes, já me acostumei com elas, sinto-me sucumbir de aqui onde estou, simplesmente não agüento mais.
São tantas duvidas e tanta pressão.
Ei, eu sou humana, também erro. Você não?
Sei que meus erros foram desnecessários, diria até idiotas, mas o que posso fazer?
Diga-me então, invés de julgar-me com seus olhos e retorquir em suas palavras.
Se o tempo aqui não passasse tão lentamente seria mais fácil de suportar.
Tentar fugir é pura tolice, então devo correr, corro não pra fugir, mas aqui é tudo tão lento tão em câmera lenta, que se eu correr será bem melhor do que caminhar estou com pressa, pressa de sair deste lugar.
Em algum lugar devo chegar, não importa onde, eu enfrento o que for.
Esses machucados aqui? Oras sangram por que ainda não houveram tempo de se curar.
Por que você me olha assim? Você nunca se quer errou? Nunca fez nada de que se arrepende? Nunca quis fugir pra longe? Nunca quis mudar o que se havia passado? Te deram uma chance? Eu também quero a minha. Então você me da?
Sei nada é fácil assim, as coisas não são tão simples. Infelizmente.
Não se pode colocar os erros, e acontecimentos alheios da vida no seu devido lugar em um piscar de olhos, e nem mesmo como se ajeita os fios de cabelos desarrumados você simplesmente decide seus devidos lugares e os arruma de um lado á outro e pronto, não se pode simplesmente empurrar a sujeira á baixo de um tapete e sorrir como um criança feliz de que sabe que o que se faz está errado, mas ficará assim.
Oras, eu tenho que enfrentá-los. Malditos erros idiotas! Por que os cometo se sei que são errados?
Sei lá, isso eu ainda não descobri.
Mas olhe-me, por favor, não pra mim, para meus olhos, olhe e veja, veja bem o que se vê lhe traduz, pense antes de responder, não fale nada até que se tenha a óbvia certeza.
Digo, preciso de você, preciso só mais uma vez, pegue a minha mão, segure-a fortemente, prometa que não a soltará por nenhuma circunstância, diga-me baixinho o sempre me disse, mesmo quando não dizia á você.
Venha por favor, me tire daqui, tire-me dessa confusão, preciso escutar os pássaros, olhar as rosas, quero ver o meu céu, observar a cor se seus olhos na luz de um lindo sol, quero sentir minhas doces borboletas voltarem, quero enfim sentir minha paz, oh minha doce paz, nem mesmo consigo descrevê-la
Então vamos meu jovem? Mostre-me o caminho, que nos levará até saída. Anseio a cada segundo sair deste lugar. Não me abandone, não agora, não antes de escutar o que preciso lhe dizer, mas se depois você quiser ir, então vá, és e sempre foi livre pra poder voar.
Se o que lhe digo não lhe agrada, se o que tenho não te satisfaz, então procure, mesmo que bem longe daqui, mesmo que eu sofra, mesmo que me doa profundamente te ver partir, peço vá, vá se não és feliz, procure um motivo que lhe faça sorrir, como um dia me fizestes então.
Ah! Ei! Acenda a luz, por favor?
É claro lá fora? Jura? Nem mesmo havia percebido. Talvez seja pelo fato de que aqui não se tenha janelas que de então possa transparecer a luz do dia.
Está quente não está? Sinto-me tão sufocada, sem ar.
O que aconteceu? Onde então foram parar? Onde estão todos? Não estavam aqui?
Poderia jurar de que um minuto atrás alguém estava aqui comigo.
Vejo ao redor, está tudo tão difícil de enxergar, como se houvesse um grande nevoeiro a minha volta, sinto-me vigiada, a cada segundo, como se cada passo que se fosse dado seria altamente calculado, observado e então cuidadosamente avaliado, por aqueles que me observam furtivamente, olhos atentos e precisos.
O que lhes fiz então para que me vigiassem assim?
Sinto como se meu coração a cada segundo fosse fundir em meu peito, já nem sinto mais suas batidas cada vez mais fortes, já me acostumei com elas, sinto-me sucumbir de aqui onde estou, simplesmente não agüento mais.
São tantas duvidas e tanta pressão.
Ei, eu sou humana, também erro. Você não?
Sei que meus erros foram desnecessários, diria até idiotas, mas o que posso fazer?
Diga-me então, invés de julgar-me com seus olhos e retorquir em suas palavras.
Se o tempo aqui não passasse tão lentamente seria mais fácil de suportar.
Tentar fugir é pura tolice, então devo correr, corro não pra fugir, mas aqui é tudo tão lento tão em câmera lenta, que se eu correr será bem melhor do que caminhar estou com pressa, pressa de sair deste lugar.
Em algum lugar devo chegar, não importa onde, eu enfrento o que for.
Esses machucados aqui? Oras sangram por que ainda não houveram tempo de se curar.
Por que você me olha assim? Você nunca se quer errou? Nunca fez nada de que se arrepende? Nunca quis fugir pra longe? Nunca quis mudar o que se havia passado? Te deram uma chance? Eu também quero a minha. Então você me da?
Sei nada é fácil assim, as coisas não são tão simples. Infelizmente.
Não se pode colocar os erros, e acontecimentos alheios da vida no seu devido lugar em um piscar de olhos, e nem mesmo como se ajeita os fios de cabelos desarrumados você simplesmente decide seus devidos lugares e os arruma de um lado á outro e pronto, não se pode simplesmente empurrar a sujeira á baixo de um tapete e sorrir como um criança feliz de que sabe que o que se faz está errado, mas ficará assim.
Oras, eu tenho que enfrentá-los. Malditos erros idiotas! Por que os cometo se sei que são errados?
Sei lá, isso eu ainda não descobri.
Mas olhe-me, por favor, não pra mim, para meus olhos, olhe e veja, veja bem o que se vê lhe traduz, pense antes de responder, não fale nada até que se tenha a óbvia certeza.
Digo, preciso de você, preciso só mais uma vez, pegue a minha mão, segure-a fortemente, prometa que não a soltará por nenhuma circunstância, diga-me baixinho o sempre me disse, mesmo quando não dizia á você.
Venha por favor, me tire daqui, tire-me dessa confusão, preciso escutar os pássaros, olhar as rosas, quero ver o meu céu, observar a cor se seus olhos na luz de um lindo sol, quero sentir minhas doces borboletas voltarem, quero enfim sentir minha paz, oh minha doce paz, nem mesmo consigo descrevê-la
Então vamos meu jovem? Mostre-me o caminho, que nos levará até saída. Anseio a cada segundo sair deste lugar. Não me abandone, não agora, não antes de escutar o que preciso lhe dizer, mas se depois você quiser ir, então vá, és e sempre foi livre pra poder voar.
Se o que lhe digo não lhe agrada, se o que tenho não te satisfaz, então procure, mesmo que bem longe daqui, mesmo que eu sofra, mesmo que me doa profundamente te ver partir, peço vá, vá se não és feliz, procure um motivo que lhe faça sorrir, como um dia me fizestes então.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Olá! *-* Feliz Páscoa, atrasada né, mas de coração *-*
Não sei o que houve mas o site do blog ta dês de cedo trancando então hoje não consegui fala nada :s
Espero que estejam gostando dos posts :D
Amanhã já é segunda, e a rotina volta novamente, espero que seja nesta semana uma rotina agradavel pelo menos.
Meu feriadão foi ótimo, meu domingo de páscoa melhor ainda *-*
Bom, é isso queridos, durante a semana eu vou postando coisas novas, por hoje é isso.
Beijos e um bom começo de semana :*
Não sei o que houve mas o site do blog ta dês de cedo trancando então hoje não consegui fala nada :s
Espero que estejam gostando dos posts :D
Amanhã já é segunda, e a rotina volta novamente, espero que seja nesta semana uma rotina agradavel pelo menos.
Meu feriadão foi ótimo, meu domingo de páscoa melhor ainda *-*
Bom, é isso queridos, durante a semana eu vou postando coisas novas, por hoje é isso.
Beijos e um bom começo de semana :*
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Chuva
Como um véu, vem assim, caindo minuciosamente por sobre tudo, caindo sobre a face da terra. Suas gotas que tanto são de pequenas a grandes trazem o barulho enquanto caem sobre a superfície.
Pra mim seu barulho que, no entanto lembra-me música, uma linda melodia do seu estável som.
Enquanto esse anoitecer se cobre por sobre o céu, o silêncio presente nesse quarto a cada vez se espalha e lá fora a chuva. Minha vontade de sair e provar o gosto desta logo vem de me dominar com uma grande ansiedade, logo não deixo que se passe por uma simples vontade e de imediato a faço.
Deixo que com suas gotas caiam por sobre meu corpo, escorregando gentilmente por sobre minha pele trazendo a doce sensação de algo novo que a toca, o seu toque gelado e escorregadio se cobre por minha pele e em poucos segundos me encharca de uma só chuva.
Seu barulho me acalma, mesmo quando trazido junto á relâmpagos e trovões. Não tenho nada a que temer, apenas é a minha linda chuva.
Oh minha doce chuva, não poderia ter vindo em melhor hora.
Observo-te atentamente, te vejo cair por sobre minha janela e suas gotas logo são levadas á longe por fortes ventos que vem de sudeste.
Chuva, caia sobre mim, cai aqui onde de então me encontro, sua simplicidade é o que há de mais puro, traz de então sua linda e simples sensação que por uma só vez me deixa calma e enfim serena. Chuva caia aqui, aqui sobre mim, lava e leva embora tudo aquilo de que já não preciso mais.
Toca no alto de minha cabeça escorregue por minha face, inunda cada fio de meus cabelos, deixe suas gotas geladas me encherem de sua pureza.
Doce chuva tão simples aos olhos que se passam despercebidos, tão linda, tão simples.
Realmente já não sei por que adoro tanto vê-la cair por sobre aqui.
Observo atentamente á noite escura lá fora, para alguns o medo do trovão, da noite, mas pra mim a beleza, a magnitude de poder desfrutar de mais uma dádiva natural, de ter algo vindo do céu, do qual contemplo todos dias, meu lindo céu, meu azul anil.
Hoje pode até não ter estrelas das quais me fazem sonhar, mas tenho você minha doce chuva que por sua vez me faz aqui estar, á te observar, te resplandecer em mim.
Pra mim seu barulho que, no entanto lembra-me música, uma linda melodia do seu estável som.
Enquanto esse anoitecer se cobre por sobre o céu, o silêncio presente nesse quarto a cada vez se espalha e lá fora a chuva. Minha vontade de sair e provar o gosto desta logo vem de me dominar com uma grande ansiedade, logo não deixo que se passe por uma simples vontade e de imediato a faço.
Deixo que com suas gotas caiam por sobre meu corpo, escorregando gentilmente por sobre minha pele trazendo a doce sensação de algo novo que a toca, o seu toque gelado e escorregadio se cobre por minha pele e em poucos segundos me encharca de uma só chuva.
Seu barulho me acalma, mesmo quando trazido junto á relâmpagos e trovões. Não tenho nada a que temer, apenas é a minha linda chuva.
Oh minha doce chuva, não poderia ter vindo em melhor hora.
Observo-te atentamente, te vejo cair por sobre minha janela e suas gotas logo são levadas á longe por fortes ventos que vem de sudeste.
Chuva, caia sobre mim, cai aqui onde de então me encontro, sua simplicidade é o que há de mais puro, traz de então sua linda e simples sensação que por uma só vez me deixa calma e enfim serena. Chuva caia aqui, aqui sobre mim, lava e leva embora tudo aquilo de que já não preciso mais.
Toca no alto de minha cabeça escorregue por minha face, inunda cada fio de meus cabelos, deixe suas gotas geladas me encherem de sua pureza.
Doce chuva tão simples aos olhos que se passam despercebidos, tão linda, tão simples.
Realmente já não sei por que adoro tanto vê-la cair por sobre aqui.
Observo atentamente á noite escura lá fora, para alguns o medo do trovão, da noite, mas pra mim a beleza, a magnitude de poder desfrutar de mais uma dádiva natural, de ter algo vindo do céu, do qual contemplo todos dias, meu lindo céu, meu azul anil.
Hoje pode até não ter estrelas das quais me fazem sonhar, mas tenho você minha doce chuva que por sua vez me faz aqui estar, á te observar, te resplandecer em mim.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Recomeçar
É realmente nesse momento em que estou vivendo que se deveria mesmo ser usado a frase “é a vida”. Ela realmente se mostra como é agora, não que eu esteja reclamando de tal, mas neste momento ela me mostrou que não é bem eu que escolhe o futuro é ela mesma, infelizmente. Mas sabe, tudo que agente planta um dia agente colhe não tem diferença, é cedo ou tarde aqui ou lá, agora ou depois, tanto faz, de qualquer forma você sempre paga pelo rumo que escolhe, pelas decisões que toma.
Eu queria mesmo era arranca tudo isso do meu peito, e dizer aquela frase idiota “agora em diante vou pensar só em mim mesma”. Mas realmente as coisas não são assim.
Pode acreditar, me criticar por minhas decisões ou escolhas que faço pode parecer realmente fácil pra quem ta de fora assistindo, mas acredite isso aqui não é fácil.
Acontece que não adianta mais lamenta, não adianta me queixar por como as coisas estão, o que mais posso fazer? Por mais que eu sinta que ainda não está bom, que ainda falta algo pra se ser dito “Pronto, agora deu, fim.” eu não posso mais fazer nada.
Simplesmente eu vou levantar e seguir.
Oras, foi só mais um tombo, não é mesmo?
Só mais uma queda, mais um arranhão em meus joelhos e talvez umas feridas aqui e ali, e ah! No coração.
Acontece que essa queda dói, a cada vez que me lembro dói em mim, dói fundo. Dói saber que ninguém vai arrumar isso para mim, ninguém vai pegar meus erros e consertá-los como se fossem um brinquedo. A minha mãe pode me amar, mas ela não pode estar perto toda vez que eu decida cair do balanço e precisar que alguém limpe meu vestido e me ajude a levantar, como quando se era criança. Eu não posso prever o futuro e muito menos apagar o passado, só o que me resta é viver o presente e sonhar.
Abrir a janela e deixar o sol entrar com a sua luz cálida e formosa estampando seus quentes raios em meu rosto, abrir a porta e mirar o longo caminho á frente, estampar meu sorriso nos lábios, respirar fundo, deixar a brisa tocar levemente em meus cabelos fazendo com que flutuem no ar, limpar a poeira de minhas roupas, jogar tudo fora, deixar tudo pra trás, o que eu preciso está aqui, dentro de mim. Caminhar em rumo ao horizonte sem fim. Esquecer definitivamente as feridas, guardar o que se for preciso, guardar o que se foi aprendido, e seguir para um novo amanhã, seja como for.
Sempre posso recomeçar novamente, sempre depois de um ponto você pode ver mais dois, a minha história continua, não importa que rumo ela vá ter, ela segue. Dizem que o tempo vai fazer com que tudo isso vá embora mais foi o tempo que tomou meus amanhãs e transformou-os em ontem e mais uma vez esse sol nascente está se pondo. E é tão difícil fazer, mas tão fácil falar. Ás vezes você só tem que ir embora, ir embora e rumar para a porta. Você simplesmente decide recomeçar.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, á margem de nós mesmos. [Fernando Pessoa]
Eu queria mesmo era arranca tudo isso do meu peito, e dizer aquela frase idiota “agora em diante vou pensar só em mim mesma”. Mas realmente as coisas não são assim.
Pode acreditar, me criticar por minhas decisões ou escolhas que faço pode parecer realmente fácil pra quem ta de fora assistindo, mas acredite isso aqui não é fácil.
Acontece que não adianta mais lamenta, não adianta me queixar por como as coisas estão, o que mais posso fazer? Por mais que eu sinta que ainda não está bom, que ainda falta algo pra se ser dito “Pronto, agora deu, fim.” eu não posso mais fazer nada.
Simplesmente eu vou levantar e seguir.
Oras, foi só mais um tombo, não é mesmo?
Só mais uma queda, mais um arranhão em meus joelhos e talvez umas feridas aqui e ali, e ah! No coração.
Acontece que essa queda dói, a cada vez que me lembro dói em mim, dói fundo. Dói saber que ninguém vai arrumar isso para mim, ninguém vai pegar meus erros e consertá-los como se fossem um brinquedo. A minha mãe pode me amar, mas ela não pode estar perto toda vez que eu decida cair do balanço e precisar que alguém limpe meu vestido e me ajude a levantar, como quando se era criança. Eu não posso prever o futuro e muito menos apagar o passado, só o que me resta é viver o presente e sonhar.
Abrir a janela e deixar o sol entrar com a sua luz cálida e formosa estampando seus quentes raios em meu rosto, abrir a porta e mirar o longo caminho á frente, estampar meu sorriso nos lábios, respirar fundo, deixar a brisa tocar levemente em meus cabelos fazendo com que flutuem no ar, limpar a poeira de minhas roupas, jogar tudo fora, deixar tudo pra trás, o que eu preciso está aqui, dentro de mim. Caminhar em rumo ao horizonte sem fim. Esquecer definitivamente as feridas, guardar o que se for preciso, guardar o que se foi aprendido, e seguir para um novo amanhã, seja como for.
Sempre posso recomeçar novamente, sempre depois de um ponto você pode ver mais dois, a minha história continua, não importa que rumo ela vá ter, ela segue. Dizem que o tempo vai fazer com que tudo isso vá embora mais foi o tempo que tomou meus amanhãs e transformou-os em ontem e mais uma vez esse sol nascente está se pondo. E é tão difícil fazer, mas tão fácil falar. Ás vezes você só tem que ir embora, ir embora e rumar para a porta. Você simplesmente decide recomeçar.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, á margem de nós mesmos. [Fernando Pessoa]
Problema
“Talvez o grande problema entre os seres humanos por não obterem uma boa e estável relação entre si, seja pelo grande fato de não haverem nem um misero de compreensão com os outros e serem de então críticos morrendo em suas próprias conclusões.”
Annabel Laurino.
Annabel Laurino.
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