quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

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"Oh! Um caminho! Eu sabia que iria encontrar uma saída. E se eu correr, talvez chegue em casa a tempo para o chá."



(Alice in Wonderland)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

While My Guitar Gently Weeps


Eu olho para todos, vendo que o amor está dormindo
Enquanto minha guitarra suavemente chora
Eu olho para o chão e vejo que precisa ser limpo
Enquanto minha guitarra suavemente chora

Eu não sei porque ninguém te disse
Como desdobrar seu amor
Eu não sei como alguém te controlou
Eles compraram e venderam você

Eu olho o mundo e eu noto que ele está girando
Enquanto minha guitarra suavemente chora
Com cada erro nós certamente estamos a aprender
Ainda minha guitarra suavemente chora

Eu não sei como você foi distraído
Você também foi corrompido
Eu não sei como você foi invertido
Ninguém te alertou




George Harrison 

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“— É pecado sonhar?
— Não, Capitu. Nunca foi.
— Então por que essa divindade nos dá golpes tão fortes de realidade e parte nossos sonhos?
— Divindade não destrói sonhos, Capitu. Somos nós que ficamos esperando, ao invés de fazer acontecer.”


Dom Casmurro

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Vastidão que mora dentro

    Eu não sei ser mar sem emitir um pouco de solidão. Penso que tudo que é bonito demais é um tanto inatingível e por si solitário e assim triste. A vida as vezes é assim. Inatingível. É como se nascessemos com uma meta predestinada. Atinja a meta, seja alguém, apaixonasse e viva, atinja a meta. Mas essa meta as vezes fica tão longe, lá acima, naquele pedestal. Quantos degraus serão precisos para que eu a alcance? Eles não me disseram nada sobre isso, não me avisaram sobre essa beleza de viver e mesmo assim essa coisa dura que fica ali nos empurrando degraus acima para que atinjamos a meta, a vida sempre tão bonita, e rara e unica e cheia de momentos que parecem que vão estourar a qualquer momento feito uma bolhinha de sabão. A solidão da busca diária ao inalcançável de nós mesmos. Colocando-se sobre uma redoma de vidro onde o que eu realmente sou fica exposto para que todos vejam. E o que será que todos vêem? Eu não sei. Para mim poderia ser um pássaro, mas para o outro quem sabe um grampo de cabelo. Te julgam mas no fundo te amam tanto. É uma imensidão sem fim essa que mora dentro. A gente desconfia que é cabana pequena até que se entre por dentro e de descubra a mansão de mármore que fica logo depois do corredor de ouro. É uma vastidão infinita de coisas que você é e esconde e não sabe nem se quer onde. É como eu disse no começo, eu não sei ser mar sem nem ao menos um pouco de solidão. 



Annabel Laurino

sábado, 9 de fevereiro de 2013

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Você sabe, estou saindo de um momento muito escuro, então tenho procurado não deixar que as minhas dores pessoais — do meu ponto de vista: enormes — interfiram no meu viver objetivo.





Caio Fernando Abreu

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E para os sonhadores, os livros. 






Annabel Laurino

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

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“Durante a minha vida inteira, foram poucas as pessoas que resolveram se aproximar – apesar da minha expressão pouco receptiva – e acabaram descobrindo que o que eu menos tinha era presunção. Eu era apenas uma garota tímida...” 


(Fazendo Meu Filme 4)